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Mercado

Bolsas afetadas por petróleo caro e más notícias corporativas

01/03/2005 | 00h00

As principais bolsas mundiais fecharam em queda ontem, sentindo o peso da alta dos preços do petróleo e das fortes quedas das ações de farmacêuticas.
Nos Estados Unidos, o rebaixamento da recomendação da General Motors e da Ford pelo Bank of America puxou para baixo o Dow Jones, principal indicador da Bolsa de Nova York, que terminou a sessão em queda de 0,70%, para 10.766 pontos. O Standard & Poor´s 500 seguiu a mesma linha, recuando 0,64%, para 1.203 pontos. O Nasdaq Composto, que mede a performance das ações do setor de tecnologia, teve oscilação negativa de 0,66%, a 2.051 pontos.
As ações da Biogen, componentes do Standard & Poor´s 500 e do Nasdaq, despencaram 42,5%, e as da irlandesa Elan desabaram 68,6%. As duas empresas suspenderam as vendas de seu remédio para esclerose múltipla, o Tysabri, depois que um paciente morreu de uma rara e freqüentemente fatal doença do sistema nervoso.
O petróleo também puxou os índices para baixo, ao se manter acima dos US$ 51 por barril. Os contratos com entrega para abril subiram US$ 0,26, para US$ 51,75.
"Acho que estamos em um período de realização de lucros depois de alguns dias muito bons", avaliou John Hughes, diretor da Epiphany Equity Research.
O Bank of America reduziu sua recomendação para Ford e General Motors de "neutra" para "venda", citando contínuas perdas de participação no mercado. Os papéis da Ford recuaram 2,69% e os da GM, 2,33%.
Na Europa, as bolsas fecharam em baixa o forte mês de fevereiro. Os pregões europeus também foram abalados ontem pelos preços altos do petróleo, e com o desapontamento dos investidores com o lucro do banco britânico HSBC.
Também as sessões do Velho Continente foram afetadas pela a forte queda das ações da irlandesa Elan , que perderam mais de dois terços do seu valor devido aos problemas com medicamento Tysabri, indicado para pacientes que sofrem de esclerose múltipla. Em contrapartida, os papéis da suíça Serono, que fabrica um remédio para a mesma doença, subiram 19%.
Os papéis do HSBC, segundo maior banco do mundo, recuaram 2,8% depois que seus lucros de 2004 (veja matéria na página C8) frustraram as expectativas.
Em Londres, o FTSE-100 recuou 0,76%, a 4.968 pontos. Em Paris, o CAC-40 cedeu 0,18%, a 4.027 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX fechou com irrelevante oscilação positiva de 0,04%, a 4.350 pontos.



Fonte: Valor Econômico/ag.
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