acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Eletricidade

Biomassa e pequenas hidrelétricas serão destaque em leilão, diz EPE

26/08/2013 | 12h32

 

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, acredita que biomassa e PCH  (Pequenas Centrais Hidrelétricas) serão os destaques do próximo leilão de energia para abastecimento em 2018, a ser realizado na quinta-feira (29). Isso porque, além o preço de R$ 140 por megawatts ser bem competitivo, segundo disse, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve anunciar antes do leilão um pacote de financiamentos voltados para PCH e biomassa. Ele fez o anúncio nesta segunda-feira (26), na 11ª edição da Brazil Energy and Power (BEP), conferência internacional que reúne os principais líderes do setor de energia.
O evento, realizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio), é tradicionalmente sediado em Houston, nos EUA, e pela primeira vez acontece no Rio de Janeiro. Segundo a AmCham Rio, o objetivo é ampliar a visibilidade dos potenciais energéticos do Brasil e atrair mais investidores.
Segundo Tolmasquin, até 2021 a demanda por energia crescerá 4,2% ao ano. A energia hidrelétrica, responsável pela maior demanda, tem 29 gigawatts de capacidade, com 60% já contratada, o que, para ele,  traz um cenário de tranquilidade para o país.
A energia eólica reforça esse panorama, segundo o executivo. "O leilão de sexta (23) contratou 1.500 megawatts para 2016, quando serão atingidos 10 mil megawatts em energia eólica. A usina de Belo Monte tem 11 mil megawatts.  Então, temos quase uma Belo Monte de eólica", disse.
Na sexta, ao todo, 66 empreendimentos de geração negociaram a venda da energia elétrica preço médio final de R$ 110,51 por MWh - equivalente a um deságio de 5,55% frente ao preço inicial de R$ 117 por MWh.
Equação do gás
Para Tolmasquin, não se pode planejar o futuro da energia no país sem levar em conta o gás, que pode alterar significativamente a composição da matriz energética.
"O futuro com o gás é uma coisa, sem o gás é outra. Mas o gás é uma incognita. Não sabemos o quanto tem nem o preço futuro a médio prazo. A equação do gás tem que ser resolvida", disse.
Leonam dos Santos Guimarães, assessor da Presidência da Eletrobras Eletronuclear, concordou dizendo que gasodutos serão criados a partir das descobertas de gás. "Gasoduto tem que ter demanda de gás. Tem que ter descobertas que justifiquem. Basta a declaração de comerciabilidade de uma descoberta e a gente sai construindo gasoduto", explicou.
Leonam disse não ter dúvidas de que o Brasil vai ser exportador de petróleo. A produção atual de 2 milhões de barris por dia, vai subir para 5 milhões em 10 anos, e o país poderá exportar de 2 milhões a 2,5 milhões, prevê ele. Também a produção de etanol, hoje em 24 milhões de barris, vai dobar em 10 anos "numa previsão conservadora", segundo disse.
"O setor foi pego na crise de 2008, os usineiros endividados não investiram na modernização dos canaviais", disse ele, explicando que o quadre vai mudar após o apoio do BNDES à produção do etanol.
Portos
Julio Bueno, secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, citou como instrumentos para o aumento da produção de petróleo os  investimentos nos portos do Estado do Rio.
Segundo disse, o Porto do Açu, empreedimento do grupo EBX, do empresário Eike Batista, "hoje tem nova configuração societária e falta R$ 1 bilhão para termicar o projeto", disse.
Ele citou ainda a importância dos investimentos no Porto de Maricá, por ficar a apenas 20 quilômetros do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), e  no Porto do Rio, no qual foram investidos R$ 1 bilhão e R$ 1, 5 bilhão.
"Hoje as atracações no Porto do Rio nas operações da indústria de petróleo são maioraes que as do Porto de Macaé", disse ele.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, acredita que biomassa e PCH  (Pequenas Centrais Hidrelétricas) serão os destaques do próximo leilão de energia para abastecimento em 2018, a ser realizado na quinta-feira (29). Isso porque, além o preço de R$ 140 por megawatts ser bem competitivo, segundo disse, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve anunciar antes do leilão um pacote de financiamentos voltados para PCH e biomassa. Ele fez o anúncio nesta segunda-feira (26), na 11ª edição da Brazil Energy and Power (BEP), conferência internacional que reúne os principais líderes do setor de energia.


O evento, realizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio), é tradicionalmente sediado em Houston, nos EUA, e pela primeira vez acontece no Rio de Janeiro. Segundo a AmCham Rio, o objetivo é ampliar a visibilidade dos potenciais energéticos do Brasil e atrair mais investidores.


Segundo Tolmasquin, até 2021 a demanda por energia crescerá 4,2% ao ano. A energia hidrelétrica, responsável pela maior demanda, tem 29 gigawatts de capacidade, com 60% já contratada, o que, para ele,  traz um cenário de tranquilidade para o país.


A energia eólica reforça esse panorama, segundo o executivo. "O leilão de sexta (23) contratou 1.500 megawatts para 2016, quando serão atingidos 10 mil megawatts em energia eólica. A usina de Belo Monte tem 11 mil megawatts.  Então, temos quase uma Belo Monte de eólica", disse.


Na sexta, ao todo, 66 empreendimentos de geração negociaram a venda da energia elétrica preço médio final de R$ 110,51 por MWh - equivalente a um deságio de 5,55% frente ao preço inicial de R$ 117 por MWh.



Equação do gás


Para Tolmasquin, não se pode planejar o futuro da energia no país sem levar em conta o gás, que pode alterar significativamente a composição da matriz energética.


"O futuro com o gás é uma coisa, sem o gás é outra. Mas o gás é uma incognita. Não sabemos o quanto tem nem o preço futuro a médio prazo. A equação do gás tem que ser resolvida", disse.


Leonam dos Santos Guimarães, assessor da Presidência da Eletrobras Eletronuclear, concordou dizendo que gasodutos serão criados a partir das descobertas de gás. "Gasoduto tem que ter demanda de gás. Tem que ter descobertas que justifiquem. Basta a declaração de comerciabilidade de uma descoberta e a gente sai construindo gasoduto", explicou.


Leonam disse não ter dúvidas de que o Brasil vai ser exportador de petróleo. A produção atual de 2 milhões de barris por dia, vai subir para 5 milhões em 10 anos, e o país poderá exportar de 2 milhões a 2,5 milhões, prevê ele. Também a produção de etanol, hoje em 24 milhões de barris, vai dobar em 10 anos "numa previsão conservadora", segundo disse.


"O setor foi pego na crise de 2008, os usineiros endividados não investiram na modernização dos canaviais", disse ele, explicando que o quadre vai mudar após o apoio do BNDES à produção do etanol.



Portos


Julio Bueno, secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, citou como instrumentos para o aumento da produção de petróleo os  investimentos nos portos do Estado do Rio.


Segundo disse, o Porto do Açu, empreedimento do grupo EBX, do empresário Eike Batista, "hoje tem nova configuração societária e falta R$ 1 bilhão para termicar o projeto", disse.


Ele citou ainda a importância dos investimentos no Porto de Maricá, por ficar a apenas 20 quilômetros do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), e  no Porto do Rio, no qual foram investidos R$ 1 bilhão e R$ 1, 5 bilhão.


"Hoje as atracações no Porto do Rio nas operações da indústria de petróleo são maioraes que as do Porto de Macaé", disse ele.

 



Fonte: G1
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar