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Biocombustíveis

Biocombustíveis podem fazer da América Latina 3º maior polo produtor de automóveis, afirma diretor da Anfavea

31/05/2019 | 09h30
Biocombustíveis podem fazer da América Latina 3º maior polo produtor de automóveis, afirma diretor da Anfavea
Henry Joseph Junior, diretor técnico da Anfavea Henry Joseph Junior, diretor técnico da Anfavea

Os biocombustíveis são o maior trunfo do Brasil na corrida pela transição para a economia de baixo carbono, destacaram especialistas nesta quinta-feira (30/05), durante o lançamento da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, na Câmara dos Deputados.

O encontro foi marcado pelo simpósio "Caminhos sustentáveis: o Renovabio no Rota 2030", para discutir a interação entre as políticas de combustíveis e de produção de veículos.

O diretor técnico da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Henry Joseph Junior (foto), apontou que o investimento em engenharia para biocombustíveis pode abrir uma fronteira de mercado com tecnologia brasileira e tornar a América Latina a terceira maior região produtora de veículos, já que os combustíveis renováveis também fazem parte da história dos países vizinhos ao Brasil.

Embora países europeus estejam investindo na eletrificação para atender à demanda da população para reduzir emissões de poluentes e gases de efeito estufa, no Brasil, existem outras alternativas.

"A Europa não conta com outras possibilidades para descarbonizar os transportes. No Brasil, eletrificação não necessariamente é a melhor alternativa, já que temos os biocombustíveis", afirmou. Ele também lembrou que é necessário considerar como a anergia elétrica é produzida.

Institucional

Integração entre biocombustíveis

Durante a abertura do evento, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, lembrou sua participação no lançamento da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel na semana passada e celebrou as iniciativas em defesa dos biocombustíveis no Congresso Nacional.

Segundo Albuquerque, a consulta pública das metas nacionais de descarbonização da matriz de combustíveis no âmbito do Renovabio se encerra amanhã e o resultado deve ser levado ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) em junho. O ministro também anunciou que o Comitê RenovaBio está em vias de ser restabelecido.

Lançada em 2016, a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) caminha para a fase final de regulamentação e sua implementação definitiva deve ocorrer até o ano que vem. Para o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), presidente da frente sucroenergética, o etanol, biodiesel, bioquerosene e biogás refletem a matriz de combustíveis diferenciada que o Brasil possui em relação ao mundo, o que pode nos colocar "na vanguarda da economia de baixo carbono".

Também foi destacada a importância da Ubrabio para a integração dos setores de biodiesel e etanol na formulação do RenovaBio.

O secretário de Petróleo, Gás e Biocombustíveis do MME, Márcio Félix, ressaltou a importância dessa integração afirmando que celebrará o Dia Mundial do Meio Ambiente na próxima semana em Natal-RN, durante o Congresso da Rede Brasileira de Bioquerosene e Hidrocarbonetos Renováveis para Aviação.

 



Fonte: Redação/Assessoria
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