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Petróleo

Áreas não licitadas na 8ª rodada serão incluídas em novo leilão

30/10/2009 | 10h10

A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou a retirada das áreas ofertadas e não vendidas na 8ª rodada de licitações de blocos de petróleo e gás natural, realizada em 2006 e suspensa pela Justiça.

 

Segundo a agência, a decisão foi tomada para incluir essas áreas na próxima rodada de licitações, ainda sem data prevista. A venda das áreas, porém, ainda depende da elaboração do novo marco regulatório para o pré-sal, segundo autoridades do setor, já que algumas áreas podem fazer parte do cobiçado "cluster" da Bacia de Santos.

 

"A mudança foi feita em virtude do tempo prolongado que a questão jurídica relativa à oitava rodada tem demandado e por ser vantajosa para o país a possibilidade de inclusão das áreas que não foram objeto de oferta em futuras rodadas", justificou a ANP em nota no site.

 

Estavam na 8ª rodada e voltarão à venda, provavelmente no ano que vem, após a aprovação do novo marco do pré-sal, blocos na Bacia de Santos, Espírito Santo, Barreirinhas, Sergipe-Alagoas, Pará-Maranhão e Pelotas.

 

Os da Bacia de Santos que voltarão à rodada, os mais cobiçados por estarem mais perto da jazida gigante do pré-sal, serão os blocos dos setores SS-AR2 (Nova Fronteira, em águas rasas) e SS-AP2 (Elevado Potencial, em águas profundas).

 

A 8ª rodada foi aberta em novembro de 2006 e vendeu 38 dos 58 blocos ofertados, nas bacias de Santos e Tucano-Sul, arrecadando R$ 588,1 milhões em bônus de assinatura. A Petrobras foi a grande vencedora, mas a italiana Eni fez a maior oferta por um bloco na Bacia de Santos antes do anúncio oficial da descoberta do pré-sal. A petrolífera ofereceu R$ 307,4 milhões pelo S-M-857, próximo ao bloco de Bem-te-vi (BM-S-8), adquirido pela Petrobras, Shell e Galp na segunda rodada da ANP.

 

Nenhuma empresa que adquiriu blocos na 8ª rodada assinou contrato na ANP para começar a explorar as áreas devido aos problemas com a rodada, apesar de a Justiça já ter permitido a volta do leilão. Bem-te-vi ainda não possui estimativa de reservas, mas foi anunciado como sendo um reservatório de boa qualidade.

 

Para o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura Adriano Pires, as áreas retiradas têm perspectivas interessantes por estarem próximas do pré-sal, mas ele não crê que o governo realize leilões no curto prazo, principalmente com essas áreas.



Fonte: Valor Econômico
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