Aço

Worldsteel prevê alta de 2% no consumo mundial aparente de aço em 2014

No ano passado a alta chegou a 3,8%.

Valor Online
06/10/2014 10:25
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A Worldsteel Association, entidade que reúne produtores representando mais de 85% da fabricação mundial, cortou suas projeções de demanda pelo aço globalmente. A associação agora espera crescimento de 2% no consumo aparente internacional, para 1,56 milhões de toneladas, contra previsão anterior de 3,1%.
Para o ano que vem, a perspectiva também não é de aceleração relevante. A expectativa é que o avanço seja de 2%, para 1,59 milhões de toneladas. Para efeito de comparação, no ano passado a alta chegou a 3,8%. “A tendência positiva vista no segundo semestre de 2013 acabou neste ano com o desempenho mais fraco que o esperado tanto nos mercado emergentes como nos desenvolvidos”, comentou, em nota, o presidente do comitê econômico da Worldsteel, Hans Jürgen Kerkhoff.
Na China, por exemplo, que é a maior consumidora de aço, a projeção de crescimento da demanda é de apenas 1% em 2014, alcançando 748,3 milhões de toneladas. Na previsão anterior, a entidade estimava alta de 3%. A expansão deve perder ainda mais ritmo em 2015, quando a perspectiva cai para leve aumento de 0,8%, para 754,3 milhões de toneladas.
Já no Brasil o cenário é mais grave. Com o enfraquecimento da economia, o consumo aparente de aço deve cair neste ano. A associação aguarda recuo de 4,1%, para 25,3 milhões de toneladas, um corte frente à projeção feita anteriormente — de crescimento de 3%. Em 2015, os cálculos da Worldsteel apontam para incremento de 1,5%.
“Problemas como inflação em alta, câmbio muito valorizado, grandes custos trabalhistas e gargalos e m infraestrutura estão segurando os investimentos no setor”, explicou Kerkhoff no comunicado. Nas Américas Central e do Sul como um todo, a expectativa é de queda de 2,4% em 2014 e de aumento de 3,4% em 2015.
Mas mesmo essas novas projeções ainda estão sujeitas a mudanças. A entidade disse que a provável elevação da taxa de juros nos Estados Unidos pode comprometer ainda mais o acesso ao capital por países emergentes, nos quais a situação deve continuar afetada por tensões geopolíticas — como na Rússia —, altos preços de energia e necessidades de reformas na infraestrutura.
Por outro lado, a nota ressalta o bom momento do mercado siderúrgico nos 28 países da União Europeia. A demanda pelo aço melhorou tanto que a Worldsteel elevou as projeções, de crescimento de 3,1% para avanço de 4% neste ano, atingindo 145,9 milhões de toneladas. Para 2015, é projetada expansão de 2,9%.
A associação também traçou um cenário melhor para os Estados Unidos. A expectativa foi elevada para avanço de 6,7% neste ano, chegando a 102,2 milhões de toneladas, contra previsão anterior de alta em 4%. Para 2015, a entidade crê em incremento de 1,9%. 

A Worldsteel Association, entidade que reúne produtores representando mais de 85% da fabricação mundial, cortou suas projeções de demanda pelo aço globalmente.

A associação agora espera crescimento de 2% no consumo aparente internacional, para 1,56 milhões de toneladas, contra previsão anterior de 3,1%.

Para o ano que vem, a perspectiva também não é de aceleração relevante. A expectativa é que o avanço seja de 2%, para 1,59 milhões de toneladas.

Para efeito de comparação, no ano passado a alta chegou a 3,8%.

“A tendência positiva vista no segundo semestre de 2013 acabou neste ano com o desempenho mais fraco que o esperado tanto nos mercado emergentes como nos desenvolvidos”, comentou, em nota, o presidente do comitê econômico da Worldsteel, Hans Jürgen Kerkhoff.

Na China, por exemplo, que é a maior consumidora de aço, a projeção de crescimento da demanda é de apenas 1% em 2014, alcançando 748,3 milhões de toneladas.

Na previsão anterior, a entidade estimava alta de 3%. A expansão deve perder ainda mais ritmo em 2015, quando a perspectiva cai para leve aumento de 0,8%, para 754,3 milhões de toneladas.

Já no Brasil o cenário é mais grave. Com o enfraquecimento da economia, o consumo aparente de aço deve cair neste ano.

A associação aguarda recuo de 4,1%, para 25,3 milhões de toneladas, um corte frente à projeção feita anteriormente — de crescimento de 3%. Em 2015, os cálculos da Worldsteel apontam para incremento de 1,5%.

“Problemas como inflação em alta, câmbio muito valorizado, grandes custos trabalhistas e gargalos e m infraestrutura estão segurando os investimentos no setor”, explicou Kerkhoff no comunicado.

Nas Américas Central e do Sul como um todo, a expectativa é de queda de 2,4% em 2014 e de aumento de 3,4% em 2015.

Mas mesmo essas novas projeções ainda estão sujeitas a mudanças. A entidade disse que a provável elevação da taxa de juros nos Estados Unidos pode comprometer ainda mais o acesso ao capital por países emergentes, nos quais a situação deve continuar afetada por tensões geopolíticas — como na Rússia —, altos preços de energia e necessidades de reformas na infraestrutura.

Por outro lado, a nota ressalta o bom momento do mercado siderúrgico nos 28 países da União Europeia.

A demanda pelo aço melhorou tanto que a Worldsteel elevou as projeções, de crescimento de 3,1% para avanço de 4% neste ano, atingindo 145,9 milhões de toneladas.

Para 2015, é projetada expansão de 2,9%.

A associação também traçou um cenário melhor para os Estados Unidos. A expectativa foi elevada para avanço de 6,7% neste ano, chegando a 102,2 milhões de toneladas, contra previsão anterior de alta em 4%.

Para 2015, a entidade crê em incremento de 1,9%. 

 

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