acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
América do Sul

Venezuela atrasa rodada de licitações até 4 de abril

31/03/2005 | 00h00

O Ministério de Energia e Petróleo da Venezuela atrasou o lançamento da licitação do projeto Rafael Urdaneta, para exploração e produção de gás natural no golfo da Venezuela, até o 4 de abril, informou a petroleira federal PDVSA em um comunicado na quarta-feira.
Nesta data, o ministério dará informação aos potenciais participantes e iniciará o processo de seleção, se lê.
Em uma primeira fase, só se ofertarão seis blocos, cinco de exploração no golfo da Venezuela e um de desenvolvimento em frente às costas do estado de Falcón. Os blocos do golfo são Urumaco I, II e III; Moruy III e Cardón III e o bloco de desenvolvimento é La Vela Sur.
Nenhum deles abarcará mais de mil km² e todos teriam um baixo risco exploratório e características geológicas "que as fazem potencialmente prolíficas en hidrocarbonetos", se lee no comunicado. Além do mais, todos os blocos se encontram próximos a área que já estão em produção, em águas pouco profundas e têm infra-estrutura petroleira cerca.
Segundo a lei do gás da Venezuela, uma vez que se declara a viabilidade comercial em cada blogo, o governo pode exercer uma opção de reintegro com uma participação de até 35% em cada um dos projetos.

Cinco blocos a menos - A PDVSA informou que há 29 blocos disponíveis para licenças, quando originalmente havia anunciado 34. Do total, 18 estão offshore, no estado de Zulia e as 11 restantes no estado de Falcón.
Segundo cifras da PDVSA, a Venezuela tem 150-190 bilhões de pés cúbicos de gás, a maioreia do qual é associado.
O início do processo Rafael Urdaneta estava programado originalmente para janeiro, mas foi atrasado em diversas ocasiões.
A última data definitiva era 28 de março, mas a visita de estado do presidente da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, impossibilitou a PDVSA para iniciar o processo de licitação, devido a reuniões fixadas entre o ministro de Energia e Petróleo da Venezuela e presidente da PDVSA, Rafael Ramírez, com Rodríguez Zapatero e com outros membros de sua comintiva para analisar acordos energéticos nessa data.



Fonte: BNamericas
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar