Internacionalização

USP abre escritórios em Boston, Londres e Cingapura

Que servirão como ponto de apoio para convênios.

Agência Brasil
27/03/2013 10:18
Visualizações: 327

 

A Universidade de São Paulo (USP) vai abrir três escritórios fora do Brasil, em Boston, Londres e Cingapura, além de um escritório em São Paulo. De acordo com nota divulgada pela instituição, as unidades servirão como ponto de apoio para convênios e de atendimento a professores e estudantes. “O objetivo dos escritórios internacionais é que possam organizar e acolher simpósios e reuniões que divulguem a produção científica da instituição”, diz a nota.
Está previsto também o aumento da quantidade de bolsas para pesquisadores e estudantes estrangeiros que queiram passar períodos na USP. O  número de benefícios dependerá do interesse demonstrado pelas unidades e haverá ainda um incremento de bolsas para docentes e alunos da universidade que queiram atuar por um tempo fora do país.
O programa funcionará por um ano, o último da gestão do reitor da USP, João Grandino Rodas. Posteriormente, haverá a implantação de uma segunda fase, com a duração de quatro anos, que dependerá do próximo reitor.

A Universidade de São Paulo (USP) vai abrir três escritórios fora do Brasil, em Boston, Londres e Cingapura, além de um escritório em São Paulo. De acordo com nota divulgada pela instituição, as unidades servirão como ponto de apoio para convênios e de atendimento a professores e estudantes. “O objetivo dos escritórios internacionais é que possam organizar e acolher simpósios e reuniões que divulguem a produção científica da instituição”, diz a nota.


Está previsto também o aumento da quantidade de bolsas para pesquisadores e estudantes estrangeiros que queiram passar períodos na USP. O  número de benefícios dependerá do interesse demonstrado pelas unidades e haverá ainda um incremento de bolsas para docentes e alunos da universidade que queiram atuar por um tempo fora do país.


O programa funcionará por um ano, o último da gestão do reitor da USP, João Grandino Rodas. Posteriormente, haverá a implantação de uma segunda fase, com a duração de quatro anos, que dependerá do próximo reitor.

 

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