Logística

Transporte de carga pela Tietê-Paraná foi totalmente paralisado

Nível do rio está cada vez mais baixo.

Valor Online
30/05/2014 16:11
Visualizações: 1303

 

O transporte de cargas pela hidrovia Tietê-Paraná está paralisado desde ontem à meia-noite. Por causa da estiagem na região Sudeste, o nível do rio está cada vez mais baixo e as bargaças foram proibidas de navegar.
“Até ontem, estavam permitidas embarcações com calado de até 1,7 metro (parte do casco que fica dentro da água), que conseguiam transportar cerca de 500 toneladas de mercadoria, mas hoje já não é possível esta navegação”, disse Luiz Fernando Horta de Siqueira, presidente do Sindicato dos Armadores de Navegação Fluvial do Estado de São Paulo. A calagem normal da hidrovia é de 3,3 metros e o transporte chega a 6 mil toneladas por embarcação.
A região de maior secura e, portanto, de impossibilidade de navegação é na eclusão de Nova Avanhandaga, no município de Buritama. Por lá, passam as cargas de soja, farelo óleo, milho, farinha, madeira, celulose, açúcar provenientes principalmente de São Simão (GO) para Pederneiras (SP), onde ficam os terminais com acessos terrestres.
Siqueira diz que não é possível mensurar as perdas causadas pela seca. “Para os armadores do rio, a receita é zero a partir de agora e já estava ruim. Para os embarcadores, que transportarão as cargas por caminhões o custo vai aumentar mais”. Segundo o presidente do sindicato, o trecho paulista da hidrovia Tietê-Paraná transporta cerca de 6 milhões de toneladas anualmente, enquanto neste ano, não ultrapassaram 1 milhão de toneladas.
Para ajudar o setor, o sindicato já fez solicitações à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Agência Nacional de Águas (ANA) para fazer valer a Lei do Uso Múltiplo das Águas, que assegura a todos os setores usuários da água a igualdade de acesso aos recursos hídricos, mas não obteve resposta. “O fato é que estão usando a capacidade do rio para gerar energia nas usinas de Três Irmãos e Ilha Solteira e o transporte de cargas ficou de lado”, reclama.

O transporte de cargas pela hidrovia Tietê-Paraná está paralisado desde ontem à meia-noite. Por causa da estiagem na região Sudeste, o nível do rio está cada vez mais baixo e as bargaças foram proibidas de navegar.

“Até ontem, estavam permitidas embarcações com calado de até 1,7 metro (parte do casco que fica dentro da água), que conseguiam transportar cerca de 500 toneladas de mercadoria, mas hoje já não é possível esta navegação”, disse Luiz Fernando Horta de Siqueira, presidente do Sindicato dos Armadores de Navegação Fluvial do Estado de São Paulo. A calagem normal da hidrovia é de 3,3 metros e o transporte chega a 6 mil toneladas por embarcação.

A região de maior secura e, portanto, de impossibilidade de navegação é na eclusão de Nova Avanhandaga, no município de Buritama. Por lá, passam as cargas de soja, farelo óleo, milho, farinha, madeira, celulose, açúcar provenientes principalmente de São Simão (GO) para Pederneiras (SP), onde ficam os terminais com acessos terrestres.

Siqueira diz que não é possível mensurar as perdas causadas pela seca. “Para os armadores do rio, a receita é zero a partir de agora e já estava ruim. Para os embarcadores, que transportarão as cargas por caminhões o custo vai aumentar mais”. Segundo o presidente do sindicato, o trecho paulista da hidrovia Tietê-Paraná transporta cerca de 6 milhões de toneladas anualmente, enquanto neste ano, não ultrapassaram 1 milhão de toneladas.

Para ajudar o setor, o sindicato já fez solicitações à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Agência Nacional de Águas (ANA) para fazer valer a Lei do Uso Múltiplo das Águas, que assegura a todos os setores usuários da água a igualdade de acesso aos recursos hídricos, mas não obteve resposta. “O fato é que estão usando a capacidade do rio para gerar energia nas usinas de Três Irmãos e Ilha Solteira e o transporte de cargas ficou de lado”, reclama.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Energy Summit
Tauil & Chequer | Mayer Brown reúne representantes da AN...
23/06/26
Internacional
Petrobras e Pemex firmam parceria para cooperação em E&P
23/06/26
Fenasucro
Pela primeira vez, Brasil recebe congresso latino-americ...
23/06/26
Energy Summit
Com quatro prêmios, ENGIE é destaque no Energy Summit Awards
23/06/26
Combustíveis
Distribuidoras de combustíveis cobram avanço imediato do...
23/06/26
Energy Summit
Energy Summit 2026: Tecnologias da Embrapii fortalecem a...
22/06/26
Energy Summit
Biodiesel e combustíveis renováveis entram no centro da ...
22/06/26
Gás Natural
ANP prorroga consulta pública sobre cálculo do Método do...
22/06/26
Rio de Janeiro
Anuário do Petróleo no Rio, da Firjan, destaca que recor...
22/06/26
Biometano
Com mercado cinco vezes maior desde 2020, setor de biome...
22/06/26
Petrobras
Com investimento estimado de US$ 1,2 bilhão, Petrobras a...
22/06/26
Combustíveis
Etanol fecha a semana em recuperação e mostra sinais de ...
22/06/26
Inteligência Artificial
Impacto industrial: Executivo brasileiro integra novo co...
20/06/26
Indústria Naval
Ecovix assina contrato para a construção de quatro navio...
19/06/26
Exportações
Para ONIP tributação sobre exportações de petróleo compr...
18/06/26
Aviação
Fórum IBP SAF reúne setor privado e agentes públicos par...
18/06/26
Pré-Sal
Consórcio de Libra liderado pela Petrobras contrata Cepe...
18/06/26
Eólica Offshore
Com representante no Comitê Diretor da CEM, o WFO reforç...
18/06/26
Combustíveis
ANP realiza segunda parte de audiência pública sobre car...
18/06/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 187 mil barris por ...
18/06/26
ANP
ANP faz pesquisa para aprimorar sua Carta de Serviços
17/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25