Logística

Terminal Copersucar prevê aumento de 11% nas exportações

Empresa responde por 7,5% das exportações mundiais de açúcar.

A Tribuna
25/03/2014 11:20
Visualizações: 1162

 

Atingido por um incêndio – o maior na história do Porto de Santos – em outubro do ano passado, o Terminal Açucareiro Copersucar (TAC) retoma gradualmente suas operações. Desde o começo do ano, quando reiniciou suas atividades após o acidente, até o final deste mês, com o término da safra de açúcar 2013/2014, a instalação deve exportar 700 mil toneladas.
O número é animador para a companhia, que responde por 7,5% das exportações mundiais do produto e prevê encerrar a safra (considerando as operações antes do incêndio e aquelas depois do sinistro) com 6,8 milhões de toneladas embarcadas, 11% a mais do que no período anterior (2012/2013).
Desse total, 4,1 milhões de toneladas serão carregadas pelo TAC, um resultado 20% menor do que na última safra. A queda é reflexo da destruição causada pelas chamas, que arrasou seis dos armazéns da instalação, reduzindo sua capacidade de exportação – que era de 10 milhões de toneladas por ano (830 mil toneladas por mês). Em fevereiro, a instalação movimentou apenas 200 mil toneladas e, neste mês, deve chegar a 250 mil toneladas.
As outras 2,7 milhões de toneladas exportadas pela Copersucar nesta safra foram escoadas por outros terminais portuários. Uma das instalações que recebeu parte das commodities da Copersucar foi a da Cosan, vizinha ao TAC no cais santista e que, até o incêndio, era seu concorrente direto.
Retomada
O terminal da Copersucar começou a recuperar sua capacidade operacional a partir da construção de tendas provisórias e da instalação de uma cobertura metálica - ambas as obras nos telhados dos armazéns que recebem o produto à granel e foram atingidos pelas chamas.
Além disso, a companhia afirma ter concluído as negociações de compra dos equipamentos necessários à retomada integral das operações. Entre eles, estão a aquisição de motores (para o transporte do produto pelas esteiras), transportadoras e elevadores de carga. Todos deverão ser entregues até o fim do ano, já que a previsão é de que a retomada total das atividades ocorra a partir de janeiro que vem.
Próximas Etapas
De acordo com o cronograma oficial da Copersucar, a partir do próximo mês, ocorrerá a recapacitação de moegas (espécie de grelha utilizada para o descarregamento da carga de vagões e caminhões) e a adequação definitiva de armazéns (a retirada das tendas provisórias para a instalação de coberturas fixas).
A previsão é de que, em dois meses, o terminal opere com a capacidade anual de 4 milhões de toneladas. Em fevereiro de 2015, deve conseguir recuperar totalmente seu potencial de embarque, de 10 milhões de toneladas.

Atingido por um incêndio – o maior na história do Porto de Santos – em outubro do ano passado, o Terminal Açucareiro Copersucar (TAC) retoma gradualmente suas operações. Desde o começo do ano, quando reiniciou suas atividades após o acidente, até o final deste mês, com o término da safra de açúcar 2013/2014, a instalação deve exportar 700 mil toneladas. 

 

O número é animador para a companhia, que responde por 7,5% das exportações mundiais do produto e prevê encerrar a safra (considerando as operações antes do incêndio e aquelas depois do sinistro) com 6,8 milhões de toneladas embarcadas, 11% a mais do que no período anterior (2012/2013). Desse total, 4,1 milhões de toneladas serão carregadas pelo TAC, um resultado 20% menor do que na última safra. A queda é reflexo da destruição causada pelas chamas, que arrasou seis dos armazéns da instalação, reduzindo sua capacidade de exportação – que era de 10 milhões de toneladas por ano (830 mil toneladas por mês). Em fevereiro, a instalação movimentou apenas 200 mil toneladas e, neste mês, deve chegar a 250 mil toneladas.

As outras 2,7 milhões de toneladas exportadas pela Copersucar nesta safra foram escoadas por outros terminais portuários. Uma das instalações que recebeu parte das commodities da Copersucar foi a da Cosan, vizinha ao TAC no cais santista e que, até o incêndio, era seu concorrente direto.

Retomada

O terminal da Copersucar começou a recuperar sua capacidade operacional a partir da construção de tendas provisórias e da instalação de uma cobertura metálica - ambas as obras nos telhados dos armazéns que recebem o produto à granel e foram atingidos pelas chamas.

Além disso, a companhia afirma ter concluído as negociações de compra dos equipamentos necessários à retomada integral das operações. Entre eles, estão a aquisição de motores (para o transporte do produto pelas esteiras), transportadoras e elevadores de carga. Todos deverão ser entregues até o fim do ano, já que a previsão é de que a retomada total das atividades ocorra a partir de janeiro que vem.

Próximas Etapas

De acordo com o cronograma oficial da Copersucar, a partir do próximo mês, ocorrerá a recapacitação de moegas (espécie de grelha utilizada para o descarregamento da carga de vagões e caminhões) e a adequação definitiva de armazéns (a retirada das tendas provisórias para a instalação de coberturas fixas).

A previsão é de que, em dois meses, o terminal opere com a capacidade anual de 4 milhões de toneladas. Em fevereiro de 2015, deve conseguir recuperar totalmente seu potencial de embarque, de 10 milhões de toneladas.

 

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