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Desempenho

Siderurgia do país desaponta em 2013

16/12/2013 | 12h41

 

O Brasil vai encerrando o ano com um desempenho abaixo do esperado na indústria siderúrgica, formada por 11 fabricantes. A produção de aço bruto no mês passado atingiu 2,7 milhões de toneladas, o correspondente a 67% da capacidade instalada. Esse índice é inferior ao da média mundial - acima de 75% no ano. A projeção para o ano, volume de 34 milhões de toneladas, vai representar 70% de ocupação da capacidade das siderúrgicas, que é de 48 milhões de toneladas.
Em novembro, a produção do país ficou 2,8% inferior comparado com mesmo resultado de um ano atrás. No ano, a queda é de 1,4%, em 31,5 milhões de toneladas.
O setor tem instalações com dificuldades: comerciais e operacionais. O alto-forno 3 da usina da ArcelorMittal Tubarão, em Serra (ES), está paralisado há um ano por falta de competitividade na exportação de placas. Segundo a empresa, só deverá retomar a atividade em julho de 2014. Um dos dois altos-fornos da Cia. Siderúrgica do Atlântico (CSA), empresa controlada por ThyssenKrupp e Vale, teve problemas no primeiro semestre. A usina voltou aos poucos à normalidade de operação a partir de julho e projeta fechar o ano ao ritmo de 80% da capacidade total, que é 425 mil toneladas por mês.
Já a produção de laminados subiu em novembro e no ano soma 24,2 milhões de toneladas, com alta de 1,9% sobre o mesmo período de 2012. Foi puxada pelo segmento de aços longos, que cresceu 4%, ante apenas 0,3% da área de planos. Quanto às vendas internas, no acumulado de onze meses alcançou 21,2 milhões de toneladas, com crescimento de 5,5% sobre o ano anterior. Nesse caso, teve participação expressiva dos aços planos: aumento de 6,8%. O mercado de aço longo, conforme o Instituto Aço Brasil (IABr), ficou em 3,7%.
As exportações, tanto de produtos laminados como de semi-acabados (placas e tarugos), foram de 7,5 milhões de toneladas (US$ 5,1 bilhões) até novembro. Ao se comparar com 2012, os embarques de aço tiveram retração de 16,4% em volume e de 20,6% na geração de receita no ano. Já as importações somaram 3,48 milhões de toneladas, segundo dados do IABr. A redução é de apenas 1,2% sobre um ao atrás. Chama a atenção, aumento nos aços longos (mais 3,3% no período) e de produtos transformados (alta de 14,1%). Embora menor do que a esperada, a queda em aços planos foi de 6,5% (para 1,78 milhão de toneladas).
O consumo aparente (vendas internas mais importações) ficou em 24,6 milhões de toneladas em 11 meses, alta 5,1% sobre igual período de 2012. A expectativa é de 27 milhões de toneladas no ano.

O Brasil vai encerrando o ano com um desempenho abaixo do esperado na indústria siderúrgica, formada por 11 fabricantes. A produção de aço bruto no mês passado atingiu 2,7 milhões de toneladas, o correspondente a 67% da capacidade instalada. Esse índice é inferior ao da média mundial - acima de 75% no ano. A projeção para o ano, volume de 34 milhões de toneladas, vai representar 70% de ocupação da capacidade das siderúrgicas, que é de 48 milhões de toneladas.

Em novembro, a produção do país ficou 2,8% inferior comparado com mesmo resultado de um ano atrás. No ano, a queda é de 1,4%, em 31,5 milhões de toneladas.

O setor tem instalações com dificuldades: comerciais e operacionais. O alto-forno 3 da usina da ArcelorMittal Tubarão, em Serra (ES), está paralisado há um ano por falta de competitividade na exportação de placas. Segundo a empresa, só deverá retomar a atividade em julho de 2014. Um dos dois altos-fornos da Cia. Siderúrgica do Atlântico (CSA), empresa controlada por ThyssenKrupp e Vale, teve problemas no primeiro semestre. A usina voltou aos poucos à normalidade de operação a partir de julho e projeta fechar o ano ao ritmo de 80% da capacidade total, que é 425 mil toneladas por mês.

Já a produção de laminados subiu em novembro e no ano soma 24,2 milhões de toneladas, com alta de 1,9% sobre o mesmo período de 2012. Foi puxada pelo segmento de aços longos, que cresceu 4%, ante apenas 0,3% da área de planos. Quanto às vendas internas, no acumulado de onze meses alcançou 21,2 milhões de toneladas, com crescimento de 5,5% sobre o ano anterior. Nesse caso, teve participação expressiva dos aços planos: aumento de 6,8%. O mercado de aço longo, conforme o Instituto Aço Brasil (IABr), ficou em 3,7%.

As exportações, tanto de produtos laminados como de semi-acabados (placas e tarugos), foram de 7,5 milhões de toneladas (US$ 5,1 bilhões) até novembro. Ao se comparar com 2012, os embarques de aço tiveram retração de 16,4% em volume e de 20,6% na geração de receita no ano. Já as importações somaram 3,48 milhões de toneladas, segundo dados do IABr. A redução é de apenas 1,2% sobre um ao atrás. Chama a atenção, aumento nos aços longos (mais 3,3% no período) e de produtos transformados (alta de 14,1%). Embora menor do que a esperada, a queda em aços planos foi de 6,5% (para 1,78 milhão de toneladas).

O consumo aparente (vendas internas mais importações) ficou em 24,6 milhões de toneladas em 11 meses, alta 5,1% sobre igual período de 2012. A expectativa é de 27 milhões de toneladas no ano.

 



Fonte: Valor Econômico
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