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Opinião

Setor de biodiesel se manifesta contra decisão de não elevar a mistura

19/12/2013 | 16h16

 

Após a negativa do governo em aumentar a mistura de biodiesel no diesel fóssil de 5% (B5) para 6% (B6) o setor do biodiesel se manifestou contrário à decisão.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu, esta semana, manter o atual nível de mistura com receio do impacto inflacionário.
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) publicou nota em que pede o aumento do percentual de mistura de biodiesel ao diesel fóssil. Para a associação, que tem como base um estudo encomendado à Fundação Getúlio Vargas, o impacto seria “irrisório”.
Segundo os dados da Abiove, no caso da evolução do B5 para o B6, o IPCA sofreria um impacto de 0,010%. Já sob a hipótese de um aumento da mistura para 7%, o impacto estimado seria de 0,021%.
Em nota, a Abiove informou que é a “entidade representativa das empresas que processam e comercializam oleaginosas e produzem biodiesel no Brasil, e continua defendendo o novo e aguardado marco regulatório setorial, importante instrumento para a criação de empregos, fortalecimento da agricultura familiar, redução das emissões de gases de efeito estufa nos transportes e geração de renda”.
O texto da medida provisória com a mudança já está pronto, mas a publicação foi barrada por Mantega. A minuta da MP autoriza o aumento da mistura dos atuais 5% para 6% e não existe mais prazo para sua publicação.

Após a negativa do governo em aumentar a mistura de biodiesel no diesel fóssil de 5% (B5) para 6% (B6) o setor do biodiesel se manifestou contrário à decisão.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu, esta semana, manter o atual nível de mistura com receio do impacto inflacionário.

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) publicou nota em que pede o aumento do percentual de mistura de biodiesel ao diesel fóssil. Para a associação, que tem como base um estudo encomendado à Fundação Getúlio Vargas, o impacto seria “irrisório”.

Segundo os dados da Abiove, no caso da evolução do B5 para o B6, o IPCA sofreria um impacto de 0,010%. Já sob a hipótese de um aumento da mistura para 7%, o impacto estimado seria de 0,021%.

Em nota, a Abiove informou que é a “entidade representativa das empresas que processam e comercializam oleaginosas e produzem biodiesel no Brasil, e continua defendendo o novo e aguardado marco regulatório setorial, importante instrumento para a criação de empregos, fortalecimento da agricultura familiar, redução das emissões de gases de efeito estufa nos transportes e geração de renda”.

O texto da medida provisória com a mudança já está pronto, mas a publicação foi barrada por Mantega. A minuta da MP autoriza o aumento da mistura dos atuais 5% para 6% e não existe mais prazo para sua publicação.

 



Fonte: Valor Online
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