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Capitalização

Santo Antônio terá mais R$ 1,59 bilhão dos sócios

22/10/2014 | 09h43

 

Os acionistas da Santo Antônio Energia aprovaram uma nova capitalização na companhia, no valor de R$ 1,59 bilhão. Segundo a ata da assembleia, do total, R$ 810 milhoes foram integralizados ontem e os recursos restantes serão aportados em duas parcelas: uma de R$ 414 milhões e outra de R$ 366 milhões.
A Eletrobras é a principal acionista da companhia, responsável pela construção da hidrelétrica Santo Antônio no Rio Madeira, em Rondônia, com 39% do capital. A Caixa FIP Amazônia tem 20%, enquanto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Cemig tem 18,6%, 12,4% e 10%, respectivamente. A divisão de recursos entre todos os acionistas não foi informada.
Em evento em São Paulo, o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, disse ontem que ideia é que os recursos fossem rateados de forma que cada acionista mantivesse sua participação no projeto. A Odebrecht poderia ter uma participação menor desse novo aumento de capital, devido ter feito um aporte de cerca de R$ 300 milhões como capitalização emergencial no começo do mês.
A Santo Antônio tem dívidas de cerca de R$ 1 bilhão com o consórcio construtor da usina e vem tendo dificuldades para honrar as garantias pela indisponibilidade energia decorrente de atrasos no projeto. No começo de setembro, já tinha recebido uma capitalização de R$ 850 milhões para fazer frente a pagamentos no mercado de energia de curto prazo.
Os novos recursos correspondem às necessidades da empresa para o próximo mês, disse Carvalho Neto, acrescentando que não acredita na possibilidade de as obras serem paralisadas. "Estamos fazendo de tudo para que isso não aconteça", ressaltou.
O presidente da Eletrobras disse ainda que a Santo Antônio continuará a cumprir as determinações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) até que seja julgado um recurso em que a empresa alega exclusão de responsabilidade pelos atrasos nas obras. A expectativa era de que o julgamento ocorresse nas duas próximas semanas, antes da liquidação de garantias de novembro.
Ontem, porém, o diretor da agência, André Pepitone, descartou essa possibilidade e disse que a previsão é que o assunto só entre na pauta em meados do próximo mês. "A matéria envolve discussões de altíssima complexidade, o que demanda mais um tempo maior de análise", afirmou.

Os acionistas da Santo Antônio Energia aprovaram uma nova capitalização na companhia, no valor de R$ 1,59 bilhão.

Segundo a ata da assembleia, do total, R$ 810 milhoes foram integralizados ontem e os recursos restantes serão aportados em duas parcelas: uma de R$ 414 milhões e outra de R$ 366 milhões.

A Eletrobras é a principal acionista da companhia, responsável pela construção da hidrelétrica Santo Antônio no Rio Madeira, em Rondônia, com 39% do capital.

A Caixa FIP Amazônia tem 20%, enquanto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Cemig tem 18,6%, 12,4% e 10%, respectivamente.

A divisão de recursos entre todos os acionistas não foi informada.

Em evento em São Paulo, o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, disse ontem que ideia é que os recursos fossem rateados de forma que cada acionista mantivesse sua participação no projeto.

A Odebrecht poderia ter uma participação menor desse novo aumento de capital, devido ter feito um aporte de cerca de R$ 300 milhões como capitalização emergencial no começo do mês.

A Santo Antônio tem dívidas de cerca de R$ 1 bilhão com o consórcio construtor da usina e vem tendo dificuldades para honrar as garantias pela indisponibilidade energia decorrente de atrasos no projeto.

No começo de setembro, já tinha recebido uma capitalização de R$ 850 milhões para fazer frente a pagamentos no mercado de energia de curto prazo.

Os novos recursos correspondem às necessidades da empresa para o próximo mês, disse Carvalho Neto, acrescentando que não acredita na possibilidade de as obras serem paralisadas. "Estamos fazendo de tudo para que isso não aconteça", ressaltou.

O presidente da Eletrobras disse ainda que a Santo Antônio continuará a cumprir as determinações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) até que seja julgado um recurso em que a empresa alega exclusão de responsabilidade pelos atrasos nas obras.

A expectativa era de que o julgamento ocorresse nas duas próximas semanas, antes da liquidação de garantias de novembro.

Ontem, porém, o diretor da agência, André Pepitone, descartou essa possibilidade e disse que a previsão é que o assunto só entre na pauta em meados do próximo mês. "A matéria envolve discussões de altíssima complexidade, o que demanda mais um tempo maior de análise", afirmou.

 



Fonte: Valor Online
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