Renováveis

Rio Grande do Norte vai sediar Centro Nacional de Pesquisa em Energia Eólica

O Rio Grande do Norte será sede do novo centro nacional de pesquisa em energias renováveis, patrocinado pela Petrobras. O centro desenvolverá atividades de pesquisa e qualificação profissional para atividades relacionadas à geração de energia eólica, solar, de biomassa e de pequenas centrai

Max Press
04/03/2009 09:04
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O Rio Grande do Norte será sede do novo centro nacional de pesquisa em energias renováveis, patrocinado pela Petrobras. O centro desenvolverá atividades de pesquisa e qualificação profissional para atividades relacionadas à geração de energia eólica, solar, de biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas, em âmbito nacional.

 

O novo centro funcionará, inicialmente, integrado com o Centro de Tecnologia do Gás (CTGAS) mantido em parceria pela Petrobras e o SENAI de Natal, sendo também composto por um sitio de testes que funcionará na cidade de Macaíba.

 

A escolha por Natal resultou de uma reivindicação da governadora e da participação que o Estado já tem nas atividades de geração de energias renováveis, notadamente a energia eólica. A Petrobras tem planos de investimento nesta atividade no Estado para geração de 125 megawatts de energia.

 

"Estamos aqui cumprindo um dos mais importantes compromissos que assumi com o Rio Grande do Norte, desde 2002, que é de preparar o Estado para aproveitar, de forma plena e adequada, as oportunidades de emprego, renda e negócios geradas pela vocação econômica natural do petróleo. Estamos saindo de uma grave omissão de 25 anos desde a descoberta do 'ouro negro' em nosso território, sem que ninguém tenha sido preparado aqui para atuar de forma adequada nesta indústria", afirmou a governadora Wilma de Faria.

 

TERMELÉTRICAS - Wilma de Faria aproveitou a reunião com a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Graça Foster, para acertar detalhes da inauguração das duas novas usinas de geração térmica (movidas a diesel) no Estado, localizadas nos municípios de Macaíba e Parnamirim. A solenidade deverá ocorrer entre os dias 20 e 30 de março, visto que as referidas usinas já estão aptas a entrar em funcionamento, conforme autorização de operação já expedida pela Agencia Nacional de Energia Elétrica (ANEL).

 

As duas usinas juntas têm potência total de 119 megawatts. A demanda total consumida no Estado atualmente é de cerca de 600 megawatts. A operação das duas novas termogeradoras, somadas à geração eólica e à Termoaçu (movida a gás), já em operação, conferem ao Estado a condição de auto-suficiência energética, vez que a oferta total supera a demanda presente. Apesar disto, o Estado continua recebendo energia de geração hidrelétrica da CHESF (de Paulo Afonso, na Bahia) devido ao seu baixo custo.

 

As geradoras térmicas representam, assim, uma reserva estratégica para o caso de haver aumento súbito de demanda, com o surgimento de novos projetos econômicos e, principalmente, para o caso de haver necessidade de racionamento da energia de Paulo Afonso (redução de reservatórios por causa de chuvas, apagão, entre outras ocorrências).

 

Wilma de Faria ressaltou a importância estratégica e histórica do seu governo ter conferido ao Rio Grande do Norte o selo de auto-suficiência energética, fator de grande atratividade de empreendimentos e investimentos, uma espécie de blindagem contra o apagão.

 

Participaram da reunião, os secretários Vagner Araújo, do Planejamento e Finanças, e Jean-Paul Prates, de Energia.

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