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Petróleo

Reunião pode definir hoje preço do barril em torno de US$ 8

25/08/2010 | 09h31
O preço do barril de petróleo que a União usará na capitalização da Petrobras pode ficar em torno de US$ 8. Segundo um técnico do governo, o valor pode até ficar "um pouco acima disso" dentro de uma avaliação mais otimista.

O número final, porém, ainda não foi fechado, o que pode acontecer em reunião prevista para hoje. O governo gostaria de fixar um valor próximo de US$ 10, mas sabe que esse preço afastaria muitos minoritários do processo de capitalização.

Nesse caso, segundo um assessor de Lula, não seria atingido um dos objetivos da capitalização: reforçar o caixa da estatal para que toque seu plano de investimentos.

Na operação de capitalização da Petrobras, a parte da União não irá representar dinheiro imediato no caixa da empresa, pois o aumento será feito via cessão de 5 bilhões de barris das futuras reservas do pré-sal.

Já a participação dos minoritários, que detêm 60% do capital da empresa, significa dinheiro novo para investimentos. Nos cálculos iniciais, a estatal estimou arrecadar US$ 25 bilhões com o aumento de capital bancado pelos minoritários.

No caso do preço, o governo acredita que já encontrou as principais divergências nas metodologias e será possível chegar a um consenso. O problema foi que as certificadoras usaram uma taxa de retorno e um preço de referência diferentes, o que levou a valores bem distintos.

Enquanto o laudo da ANP teria avaliado o barril do pré-sal entre US$ 10 e US$ 12, o da Petrobras teria girado entre US$ 5 e US$ 6.

O governo nega a possibilidade de contratar uma terceira empresa para avaliação.

Como a Folha mostrou na semana passada, a empresa contratada pelo governo para estabelecer um preço para o barril de petróleo da área do pré-sal pertencente à União mantém negócios com a Petrobras -a parte compradora no negócio.

A estatal nega que o vínculo possa representar um potencial conflito de interesses, apesar de a Petrobras, formada por capital privado e público, ter interesse num preço mais baixo.

A Petrobras contratou a DeGolyer & MacNaughton para indicar o preço, e a ANP, pelo lado do governo, contratou a GCA (Gaffney, Cline & Associates).


Fonte: Folha de S.Paulo
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