Petróleo e Gás

Reservas provadas da Petrobras crescem 0,8%

E atinge 16,565 bilhões de boe.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
15/01/2014 10:14
Reservas provadas da Petrobras crescem 0,8% Imagem: FPSO Cidade de São Vicente. Agência Petrobras Visualizações: 862

 

A Petrobras comunicou que o volume de suas reservas provadas de petróleo (óleo e condensado) e gás natural, apuradas no final de 2013, atingiram 16,565 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), representando um aumento de 0,8% em relação a 2012 - que foi de 16,440 bilhões de boe. Segundo a companhia, foram utilizados os critérios ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis / Society of Petroleum Engineers) e SEC (Securities and Exchange Commission).
A empresa afirma que durante o ano foi apropriado um volume de 1,141 bilhão de boe às reservas provadas. Também foram realizadas vendas de participação de campos com reservas provadas que totalizaram 0,156 bilhão de boe. O balanço entre apropriações e vendas resultou em um acréscimo de 0,985 bilhão de boe às reservas provadas, contra uma produção de 0,861 bilhão de boe, não tendo sido consideradas, nestes volumes, a produção dos Testes de Longa Duração (TLD) em blocos exploratórios no Brasil nem a produção da Bolívia, uma vez que a Constituição deste país proíbe divulgação e registro de suas reservas.
Segundo a companhia, para cada BOE extraído em 2013, foi apropriado 1,28 barril, resultando em um Índice de Reposição de Reservas (IRR) de 128%. Em 2013, a relação Reserva/Produção (R/P) ficou em 15,2 anos, pelo critério da SEC.
De acordo com o documento, as principais diferenças entre os critérios ANP/SPE e SEC são preços de venda, aspectos técnicos e, no caso do Brasil, o prazo de concessão.

A Petrobras comunicou que o volume de suas reservas provadas de petróleo (óleo e condensado) e gás natural, apuradas no final de 2013, atingiram 16,565 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), representando um aumento de 0,8% em relação a 2012 - que foi de 16,440 bilhões de boe. Segundo a companhia, foram utilizados os critérios ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis / Society of Petroleum Engineers) e SEC (Securities and Exchange Commission).

A empresa afirma que durante o ano foi apropriado um volume de 1,141 bilhão de boe às reservas provadas. Também foram realizadas vendas de participação de campos com reservas provadas que totalizaram 0,156 bilhão de boe. O balanço entre apropriações e vendas resultou em um acréscimo de 0,985 bilhão de boe às reservas provadas, contra uma produção de 0,861 bilhão de boe, não tendo sido consideradas, nestes volumes, a produção dos Testes de Longa Duração (TLD) em blocos exploratórios no Brasil nem a produção da Bolívia, uma vez que a Constituição deste país proíbe divulgação e registro de suas reservas.

Segundo a companhia, para cada BOE extraído em 2013, foi apropriado 1,28 barril, resultando em um Índice de Reposição de Reservas (IRR) de 128%. Em 2013, a relação Reserva/Produção (R/P) ficou em 15,2 anos, pelo critério da SEC.

De acordo com o documento, as principais diferenças entre os critérios ANP/SPE e SEC são preços de venda, aspectos técnicos e, no caso do Brasil, o prazo de concessão.

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