Energia

Projeto de cogeração a partir de biomassa de eucalipto utiliza Turbina TGM

Unidade é da Dow em Aratu, Candeias, na Bahia.

Redação TN/ Ascom TGM
20/03/2014 10:07
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Projeto de cogeração de energia a partir de biomassa de eucalipto utiliza Turbina TGM
Nova Turbina de reação TGM de 17 MW, modelo BTE 32 com extração controlada fornecerá dois tipos de vapor de processo, sendo 17 e 6 bar (a) de pressão e energia
No próximo dia 26 de março de 2014, a ERB – Energia Renováveis do Brasil, sediada em São Paulo, capital, em parceria com o Grupo TGM, irá inaugurar a primeira planta de cogeração de energia a partir de biomassa de eucalipto em um complexo petroquímico, na unidade da Dow em Aratu, no município de Candeias, BA. 
O projeto inovador trata-se de uma referência em modernidade no setor petroquímico, o qual une a expertise da ERB em soluções de energia ao compromisso da Dow com a sustentabilidade e a inovação. 
 
O equipamento, fornecido pela TGM, é uma Turbina TGM de reação de 17 MW de potência, modelo BTE 32 com extração controlada que fornecerá dois tipos de vapor ao processo da Dow, sendo 17 e 6 bar (a) de pressão e, ainda, energia elétrica.
 
Investimento e Capacidade - a Dow Química, que hoje usa gás natural em sua planta de Aratu, vai passar a utilizar biomassa, por meio de um investimento de R$ 265 milhões na planta de Candeias (BA). A planta terá capacidade para produção de 1,08 milhão de toneladas de vapor industrial e 108 mil megawatts por hora de energia elétrica.
 
A madeira, que virá de 10 mil hectares de florestas plantadas em áreas próximas, irá substituir o gás na produção do vapor utilizado pela empresa, ou seja, todo o vapor será produzido a partir de cavaco (madeira picada) de eucalipto de reflorestamento próprio e 100% dedicado.
 
Para o gerente de desenvolvimento de negócios da TGM, Carlos Paletta, esse Projeto demonstra uma projeção otimista para este setor, entre outros. “O modelo desenvolvido pela ERB utiliza práticas sustentáveis de geração de energia a partir de biomassa, com tecnologia 100% nacional, gerando, ainda, ganhos importantes a uma empresa do setor petroquímico”, explicou.  
 
A ERB e a Dow Brasil assinaram um contrato de longo prazo de fornecimento de vapor. A ERB irá investir, instalar e operar uma planta de cogeração que irá substituir 200 mil m³ de gás natural por dia utilizados pela Dow. Esta ação reduzirá as emissões de CO 2 da planta em 180 mil toneladas por ano trazendo benefícios para as pessoas, para o meio ambiente e para o crescimento da região.
 
Instalações - A unidade de cogeração da ERB foi instalada ao lado do complexo de Aratu, onde fica a maior instalação da Dow Brasil. Preocupada com a questão da sustentabilidade, um dos valores fundamentais para a empresa, com esta inovação, a Dow será a primeira indústria petroquímica do Brasil a obter sua energia a partir de biomassa, trazendo benefícios ao meio ambiente.

Energia Renováveis do Brasil, sediada em São Paulo, capital, em parceria com o Grupo TGM, irá inaugurar a primeira planta de cogeração de energia a partir de biomassa de eucalipto em um complexo petroquímico, na unidade da Dow em Aratu, no município de Candeias, BA. 

O projeto inovador trata-se de uma referência em modernidade no setor petroquímico, o qual une a expertise da ERB em soluções de energia ao compromisso da Dow com a sustentabilidade e a inovação. 

O equipamento, fornecido pela TGM, é uma Turbina TGM de reação de 17 MW de potência, modelo BTE 32 com extração controlada que fornecerá dois tipos de vapor ao processo da Dow, sendo 17 e 6 bar (a) de pressão e, ainda, energia elétrica.

Investimento e Capacidade - a Dow Química, que hoje usa gás natural em sua planta de Aratu, vai passar a utilizar biomassa, por meio de um investimento de R$ 265 milhões na planta de Candeias (BA). A planta terá capacidade para produção de 1,08 milhão de toneladas de vapor industrial e 108 mil megawatts por hora de energia elétrica.

A madeira, que virá de 10 mil hectares de florestas plantadas em áreas próximas, irá substituir o gás na produção do vapor utilizado pela empresa, ou seja, todo o vapor será produzido a partir de cavaco (madeira picada) de eucalipto de reflorestamento próprio e 100% dedicado.

Para o gerente de desenvolvimento de negócios da TGM, Carlos Paletta, esse Projeto demonstra uma projeção otimista para este setor, entre outros. “O modelo desenvolvido pela ERB utiliza práticas sustentáveis de geração de energia a partir de biomassa, com tecnologia 100% nacional, gerando, ainda, ganhos importantes a uma empresa do setor petroquímico”, explicou.  

A ERB e a Dow Brasil assinaram um contrato de longo prazo de fornecimento de vapor. A ERB irá investir, instalar e operar uma planta de cogeração que irá substituir 200 mil m³ de gás natural por dia utilizados pela Dow. Esta ação reduzirá as emissões de CO 2 da planta em 180 mil toneladas por ano trazendo benefícios para as pessoas, para o meio ambiente e para o crescimento da região.

Instalações - A unidade de cogeração da ERB foi instalada ao lado do complexo de Aratu, onde fica a maior instalação da Dow Brasil. Preocupada com a questão da sustentabilidade, um dos valores fundamentais para a empresa, com esta inovação, a Dow será a primeira indústria petroquímica do Brasil a obter sua energia a partir de biomassa, trazendo benefícios ao meio ambiente.

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