Biogás

Programa de biogás catarinense é apresentado à ANP

Intenção é regulamentar a operação com a energia renovável.

Ascom SCGás
19/06/2013 10:33
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Com o objetivo de regulamentar a operação com a energia renovável, a SCGÁS começa a cumprir agenda de apresentação do programa de biogás/biometano a agencias nacionais e estaduais de fiscalização da distribuição do gás natural. O primeiro encontro foi realizado com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no Rio de Janeiro, na segunda-feira (17). A apresentação também teve o objetivo de conhecer as exigências para operação da distribuição do produto através rede da companhia.
Santa Catarina tem o potencial de gerar cerca de 3.000.000m³ por dia de biometano através de aterros sanitários e dejetos de animais, mais de uma vez e meia do que é distribuído hoje no estado. O programa da SCGÁS contempla o aproveitamento de dejetos suínos em Concórdia e Braço do Norte e de um aterro na região da Grande Florianópolis.
A ANP caberá o estudo das características físico-químicas do biogás gerado e a regulação das exigências para que o produto seja distribuído em rede como o gás natural. O Superintendente de Comercialização e Movimentação de Petróleo, seus derivados e Gás Natural da ANP, José Cesário Cecchi, afirmou que a agência será um facilitador para o programa. “Não iremos criar barreiras para que o mercado se desenvolva”, citou Cecchi.
O diretor Técnico-Comercial da SCGÁS, Oswaldo Luiz Monte, lembrou que o biogás é uma alternativa para ampliação do suprimento no estado e uma ferramenta de desenvolvimento, pois gerará renda as propriedades rurais e preservará o meio ambiente. “Hoje Santa Catarina exporta carne suína para diversos países. Com o advento do biometano a carne receberá um certificado verde que certamente valorizará o produto e permitirá a ampliação da produção”, frisou Monte.
Com o objetivo de operar a partir de 2015 com o biometano gerado através de um aterro sanitário, a SCGÁS terá que fazer importante investimento para captar esse gás distante a 15 km de sua rede de distribuição. “Serão investimentos de aproximadamente R$ 8 milhões em apenas um dos projetos, quando ampliaremos nossa rede até o ponto de injeção do gás que será dentro do aterro,” informa o gerente de Tecnologia da companhia, Fernando Margaria.
Após a missão na Europa - técnicos da SCGÁS visitaram os modelos aplicados na Alemanha e Suécia no final de maio e início de junho - o gerente de Tecnologia, Ricardo Konishi, afirma que a exploração do biogás é viável. “Conhecemos modelos onde a característica do produto gerado se aproxima muito do gás natural, viabilizando inclusive a aplicação no segmento automotivo. Uma prova de que operar com essa energia será possível”, afirma Konishi.
Ficou acordado no encontro que técnicos da ANP visitarão Santa Catarina para conhecer as ações desenvolvidas pela SCGÁS. A agenda incluirá a visita à sede da BRF e ao laboratório de biogás da Embrapa em Concórdia, a produtores rurais das regiões Oeste e do Sul do estado e ao aterro sanitário de Biguaçu.
A continuidade da agenda de implantação do programa de biogás/biometano no estado incluirá também a apresentação das ações em desenvolvimento à Agência Reguladora do Estado de Santa Catarina (AGESC), entidade que fiscaliza e controla o serviço público de distribuição de gás.

Com o objetivo de regulamentar a operação com a energia renovável, a SCGÁS começa a cumprir agenda de apresentação do programa de biogás/biometano a agencias nacionais e estaduais de fiscalização da distribuição do gás natural. O primeiro encontro foi realizado com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no Rio de Janeiro, na segunda-feira (17). A apresentação também teve o objetivo de conhecer as exigências para operação da distribuição do produto através rede da companhia.


Santa Catarina tem o potencial de gerar cerca de 3.000.000m³ por dia de biometano através de aterros sanitários e dejetos de animais, mais de uma vez e meia do que é distribuído hoje no estado. O programa da SCGÁS contempla o aproveitamento de dejetos suínos em Concórdia e Braço do Norte e de um aterro na região da Grande Florianópolis.


A ANP caberá o estudo das características físico-químicas do biogás gerado e a regulação das exigências para que o produto seja distribuído em rede como o gás natural. O Superintendente de Comercialização e Movimentação de Petróleo, seus derivados e Gás Natural da ANP, José Cesário Cecchi, afirmou que a agência será um facilitador para o programa. “Não iremos criar barreiras para que o mercado se desenvolva”, citou Cecchi.


O diretor Técnico-Comercial da SCGÁS, Oswaldo Luiz Monte, lembrou que o biogás é uma alternativa para ampliação do suprimento no estado e uma ferramenta de desenvolvimento, pois gerará renda as propriedades rurais e preservará o meio ambiente. “Hoje Santa Catarina exporta carne suína para diversos países. Com o advento do biometano a carne receberá um certificado verde que certamente valorizará o produto e permitirá a ampliação da produção”, frisou Monte.


Com o objetivo de operar a partir de 2015 com o biometano gerado através de um aterro sanitário, a SCGÁS terá que fazer importante investimento para captar esse gás distante a 15 km de sua rede de distribuição. “Serão investimentos de aproximadamente R$ 8 milhões em apenas um dos projetos, quando ampliaremos nossa rede até o ponto de injeção do gás que será dentro do aterro,” informa o gerente de Tecnologia da companhia, Fernando Margaria.


Após a missão na Europa - técnicos da SCGÁS visitaram os modelos aplicados na Alemanha e Suécia no final de maio e início de junho - o gerente de Tecnologia, Ricardo Konishi, afirma que a exploração do biogás é viável. “Conhecemos modelos onde a característica do produto gerado se aproxima muito do gás natural, viabilizando inclusive a aplicação no segmento automotivo. Uma prova de que operar com essa energia será possível”, afirma Konishi.


Ficou acordado no encontro que técnicos da ANP visitarão Santa Catarina para conhecer as ações desenvolvidas pela SCGÁS. A agenda incluirá a visita à sede da BRF e ao laboratório de biogás da Embrapa em Concórdia, a produtores rurais das regiões Oeste e do Sul do estado e ao aterro sanitário de Biguaçu.


A continuidade da agenda de implantação do programa de biogás/biometano no estado incluirá também a apresentação das ações em desenvolvimento à Agência Reguladora do Estado de Santa Catarina (AGESC), entidade que fiscaliza e controla o serviço público de distribuição de gás.

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