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Bioenergia

Programa da Agência FAPESP discute a Bioenergia no Brasil e suas vantagens

22/05/2019 | 17h25
Programa da Agência FAPESP discute a Bioenergia no Brasil e suas vantagens
Divulgação Divulgação

O programa de TV Ciência Aberta, parceria da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo com o jornal Folha de S.Paulo, exibido no último dia 15 de maio, discutiu o tema "Bioenergia e outras opções para o Brasil". Durante mais de 1h30 foram debatidas as vantagens do uso da bioenergia no País, com destaque para os diferenciais desta energia limpa e renovável.

 

O tema foi debatido pela professora titular do Instituto de Química da USP e coordenadora do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), Glaucia Mendes Souza; o professor titular do Instituto de Recursos Naturais da Universidade Federal de Itajubá e consultor de agências das Nações Unidas, Luiz Augusto Horta Nogueira; e o professor da Faculdade de Engenharia Química da Universidade Estadual de Campinas e coordenador do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE), Rubens Maciel Filho. A mediação do debate ficou por conta da diretora de redação da Revista Pesquisa FAPESP, Alexandra Ozorio de Almeida.
"O uso maciço de energias de origem fóssil - carvão antes e petróleo depois - abasteceu a primeira e a segunda revoluções industriais. Mas, na década de 1970, a crise do petróleo mostrou, de forma eloquente, que as fontes de energias fósseis eram finitas e poderiam estar esgotadas em um futuro relativamente próximo. A busca por fontes renováveis colocou-se na ordem do dia como opção para o desenvolvimento sustentável", destacaram os debatedores do Ciência Aberta.

O tema foi debatido pela professora titular do Instituto de Química da USP e coordenadora do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), Glaucia Mendes Souza; o professor titular do Instituto de Recursos Naturais da Universidade Federal de Itajubá e consultor de agências das Nações Unidas, Luiz Augusto Horta Nogueira; e o professor da Faculdade de Engenharia Química da Universidade Estadual de Campinas e coordenador do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE), Rubens Maciel Filho. A mediação do debate ficou por conta da diretora de redação da Revista Pesquisa FAPESP, Alexandra Ozorio de Almeida.
"O uso maciço de energias de origem fóssil - carvão antes e petróleo depois - abasteceu a primeira e a segunda revoluções industriais. Mas, na década de 1970, a crise do petróleo mostrou, de forma eloquente, que as fontes de energias fósseis eram finitas e poderiam estar esgotadas em um futuro relativamente próximo. A busca por fontes renováveis colocou-se na ordem do dia como opção para o desenvolvimento sustentável", destacaram os debatedores do Ciência Aberta.



Fonte: Redação/Agência UDOP
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