Arábia Saudita

Preços da Petrobras não reagem imediatamente a eventos como ataques a sauditas, diz CEO

Reuters, 08/10/2019
08/10/2019 17:05
Visualizações: 698

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, defendeu nesta terça-feira a atual política de preços da empresa, que agora prevê reajustes mais espaçados, sem reações imediatas a episódios que impactam os mercados globais de petróleo, como os recentes ataques a refinarias sauditas.

Institucional

“Isso (reajuste diário) é uma prática que não fazemos, ainda mais na bomba de preços. Não é a melhor forma de se tratar o cliente. Utilizamos uma política de reajustes mais espaçados. Não reagimos a eventos surpresa, como o ataque à Arábia Saudita. Fomos pacientes o suficiente para só ajustar o preço após a volatilidade se acomodar”, explicou o CEO da estatal, em audiência na Câmara.

Ainda de acordo com ele, “deixamos a poeira abaixar, para fazer o reajuste. Essa é a política”.

O último reajuste do diesel da Petrobras ocorreu em 19 de setembro, dias após o ataque às instalações petrolíferas sauditas, quando a empresa elevou o valor do combustível nas refinarias em mais de 4%, além de ter aumentado a gasolina em 3,5%.

No dia 27 de setembro, a empresa elevou o valor da gasolina nas refinarias em 2,6%.

Castello Branco participa, como convidado, da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, na Câmara dos Deputados, onde ocorre nesta terça-feira debate sobre a política de preços do diesel.

O diesel é uma questão sensível para caminhoneiros, que se articulam para manter o frete mínimo rodoviário, uma lei criticada por transportadores.

“Não é o diesel o problema efetivo, como representantes de caminhoneiros relevaram. O problema é falta de carga e má situação de estradas brasileiras. E situações de subsídio ou forçar Petrobras a ter uma política de preço não condizente com aplicada pelo mercado só trará prejuízos à Petrobras”, acrescentou o executivo.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Posicionamento IBP
Taxação de 12% na MP1340 gera sobreposição tributária e ...
08/04/26
iBEM26
Entrevista exclusiva: Rosatom mira o Brasil e reforça pr...
07/04/26
Resultado
Porto do Açu garante R$ 237 milhões em royalties retroat...
07/04/26
Pessoas
Angélica Laureano é a nova Diretora Executiva de Logísti...
07/04/26
Biometano
ANP credencia primeiro Agente Certificador de Origem (AC...
07/04/26
ANP
Conteúdo local: ANP ultrapassa marco de 30 TACS
07/04/26
Cana Summit
Juros elevados e crédito mais restrito colocam fluxo de ...
07/04/26
PPSA
União recebe R$ 917,32 milhões por redeterminação de Tupi
07/04/26
Combustíveis
ETANOL/CEPEA: Preço médio da safra 25/26 supera o da tem...
07/04/26
Estudo
Brasil amplia dependência de térmicas, mas falta de esto...
06/04/26
Oferta Permanente
Oferta Permanente de Partilha (OPP): ANP publica novo edital
06/04/26
Tributação
Infis Consultoria promove 4º Seminário Tributação em Óle...
06/04/26
Hidrogênio Verde
Estudo no RCGI mapeia regiões com maior potencial para p...
06/04/26
BRANDED CONTENT
Intercabos® lança novo site e concretiza presença no mer...
03/04/26
Diesel
Subvenção ao diesel: ANP inicia consulta pública de cinc...
02/04/26
GLP
Supergasbras realiza a primeira importação de BioGL do B...
02/04/26
Cana Summit
Setor sucroenergético avalia efeitos da Reforma Tributár...
02/04/26
Rio de Janeiro
Para Firjan juros em dois dígitos e rigidez fiscal barra...
02/04/26
Resultado
Com 5,304 milhões de boe/d, produções de petróleo e de g...
02/04/26
Logística
Vast realiza primeira operação de transbordo de petróleo...
01/04/26
ANP
Audiência pública debate revisão de resolução sobre aqui...
01/04/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23