Análise

Preço do petróleo, a vitória de Trump e as previsões econômicas do Brasil com o novo rumo do setor óleo e gás

Redação/Assessoria
09/01/2017 09:30
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A nível macroeconômico, se espera um ano 2017 marcado pela tendência altista do preço do petróleo. O passado mês de novembro a OPEP pactou limitar a produção diária do petróleo aos 32,5 milhões de barris, incrementando assim o preço do barril Brent até os 50$ por barril. Durante o próximo ano se espera que siga subindo, até chegar aos 55 dólares por barril de petróleo.

Nos EUA, a vitória de Donald Trump nas eleições para a presidência da Casa Branca, produziu uma apreciação do dólar que chegou a situar-se em 1,04077 US$/Eur. No 2017, segundo as previsões de analistas de todo o mundo, pode chegar a paridade com o euro. Para Aguilar y Salas, S.A, empresa espanhola com filial no Brasil, este fato supõem um aumento de competitividade nas exportações da empresa desde a Espanha e do Brasil.

Com respeito ao mercado brasileiro, se aprecia uma reativação econômica, assim como um incremento da inversão, após a destituição de Dilma Rousseff da presidência do Brasil. Esta estabilização económica repercutirá também nos setores químicos e O&G. Neste último ano o BRL se estabilizou em 3,5BRL/Eur após a apreciação iniciada em Fevereiro de 2016.

“Para o 2017, nos encontramos com um panorama econômico mais estável, fato que nos permitirá seguir crescendo na América do Sul. Esperamos ter uma maior atividade no Brasil, assim como no Chile e nos países fronteiriços. A Aguilar y Salas S.A. seguirá apostando pela diversificação dos mercados e a inversão de recursos nas crescentes industrias papeleira e de fertilizantes”, afirma Manuel Salas, CEO da Aguilar y Salas S.A.

Durante o ano 2016, a empresa continuou consolidando a sua presença no mercado Sul-Americano, logrando diversos certificados para a fabricação e reparação de equipamentos a nível internacional para a sua filial brasileira. Em breve a companhia anunciará a sua faturação, ainda que se espera um aumento das vendas para o próximo ano, graças às condições econômicas que serão mais favoráveis.

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