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Petróleo sobe ajudado por dados da China

Leve alta, apesar da desaceleração no ritmo de contração da atividade manufatureira da China.

Redação TN
24/10/2012 10:49
Visualizações: 361

 

Os contratos futuros do petróleo operam apenas em leve alta, apesar da desaceleração no ritmo de contração da atividade manufatureira da China, em razão de dados macroeconômicos mais fracos que o esperado na zona do euro.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) preliminar da China, medido pelo HSBC, subiu para 49,1 em outubro em comparação com a leitura final de 47,9 em setembro. Apesar da melhora, que deve atenuar as preocupações sobre a situação da segunda maior economia mundial, o indicador da atividade manufatureira nacional segue em modo de contração.
Mas o PMI da zona do euro recuou inesperadamente em outubro, para 45,8 em outubro, de 46,1 em setembro, enquanto uma pesquisa do Instituto Ifo mostrou que a confiança das empresas recuou para um mínima em quase três anos em outubro. Os dados deram impulso ao dólar ante o euro, gerando alguma pressão sobre os contratos do petróleo.
Às 8h45 (de Brasília), o contrato do petróleo Brent para dezembro subia 0,29%, para US$ 108,56 o barril, na plataforma ICE, em Londres. O contrato do petróleo para dezembro na New York Mercantile Exchange avançava 0,15%, para US$ 86,80 o barril.
Os preços do petróleo foram atingidos pelas preocupações econômicas mundiais nas últimas semanas e se o sentimento atual continuar, é difícil ver o suporte para os preços do petróleo vindo de um fator diferente da arena geopolítica, disse corretora PVM em uma nota. Analistas destacaram que há tensões geopolíticas abundantes no Irã, Síria, Líbano e Líbia.
Mais tarde todos os olhos estarão voltados para a divulgação dos dados do PMI da atividade manufatureira, estoques de petróleo e o anúncio de política monetária do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), nos EUA, embora "ninguém espere muito da reunião do Banco Central dos EUA", afirmou Olivier Jakob, diretor-administrativo da consultoria suíça Petromatrix.
O Departamento de Energia dos EUA deverá informar um aumento de 1,8 milhão de barris de petróleo na semana passada, segundo analistas entrevistados pela Dow Jones. Ontem, o American Petroleum Institute, um órgão da indústria, afirmou que os estoques subiram 313 mil barris. 

 

Os contratos futuros do petróleo operam apenas em leve alta, apesar da desaceleração no ritmo de contração da atividade manufatureira da China, em razão de dados macroeconômicos mais fracos que o esperado na zona do euro.

 

O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) preliminar da China, medido pelo HSBC, subiu para 49,1 em outubro em comparação com a leitura final de 47,9 em setembro. Apesar da melhora, que deve atenuar as preocupações sobre a situação da segunda maior economia mundial, o indicador da atividade manufatureira nacional segue em modo de contração.

 

Mas o PMI da zona do euro recuou inesperadamente em outubro, para 45,8 em outubro, de 46,1 em setembro, enquanto uma pesquisa do Instituto Ifo mostrou que a confiança das empresas recuou para um mínima em quase três anos em outubro. Os dados deram impulso ao dólar ante o euro, gerando alguma pressão sobre os contratos do petróleo.

 

Às 8h45 (de Brasília), o contrato do petróleo Brent para dezembro subia 0,29%, para US$ 108,56 o barril, na plataforma ICE, em Londres. O contrato do petróleo para dezembro na New York Mercantile Exchange avançava 0,15%, para US$ 86,80 o barril.

 

Os preços do petróleo foram atingidos pelas preocupações econômicas mundiais nas últimas semanas e se o sentimento atual continuar, é difícil ver o suporte para os preços do petróleo vindo de um fator diferente da arena geopolítica, disse corretora PVM em uma nota. Analistas destacaram que há tensões geopolíticas abundantes no Irã, Síria, Líbano e Líbia.

 

Mais tarde todos os olhos estarão voltados para a divulgação dos dados do PMI da atividade manufatureira, estoques de petróleo e o anúncio de política monetária do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), nos EUA, embora "ninguém espere muito da reunião do Banco Central dos EUA", afirmou Olivier Jakob, diretor-administrativo da consultoria suíça Petromatrix.

 

O Departamento de Energia dos EUA deverá informar um aumento de 1,8 milhão de barris de petróleo na semana passada, segundo analistas entrevistados pela Dow Jones. Ontem, o American Petroleum Institute, um órgão da indústria, afirmou que os estoques subiram 313 mil barris. 

 

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