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E&P

Petróleo pode jorrar no oeste baiano

30/03/2005 | 00h00

Técnicos da USP estão realizando há 25 dias estudos geológicos e geofísicos para comprovar se existe ou não realmente petróleo no subsolo dos municípios de Barreiras, Formosa do Rio Preto e Luís Eduardo Magalhães.
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) em convênio com a Universidade de São Paulo (USP), realiza estudos para comprovação da existência de campos petrolíferos no Oeste Baiano, com possibilidades de existir na cidade de Barreiras uma bacia, menor apenas que a de Campos, e a maior do país em terra firme. De acordo com a assessoria de imprensa da ANP, técnicos da USP estão realizando há 25 dias estudos sísmicos, ou seja, geológicos e geofísicos, para tentar comprovar se existe ou não realmente petróleo no subsolo.
Com equipamentos avançados as pesquisas estão sendo feitas diariamente. Segundo populares, helicópteros estão sendo utilizados para efetuar disparos, recolher material e posteriormente demarcar a área. Moradores da região já comemoram o desenvolvimento econômico que essa descoberta poderá trazer. O deputado federal João Leão (PL), representante da região no Congresso, também se mostrou entusiasmado com o crescimento que a descoberta poderá propiciar, em especial aos municípios abrangidos pela pesquisa, a exemplo de Formosa do Rio Preto, Barreiras e Luís Eduardo Magalhães.
Ele ressaltou que a Refinaria Landulpho Alves, em São Francisco do Conde, hoje com uma contribuição de R$ 750 milhões em impostos, começou a ser construída em 1949 e está diretamente ligada á descoberta dos primeiros poços de petróleo no país, precisamente no Recôncavo Baiano.



Fonte: Tribuna da Bahia
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