Cotação

Petróleo opera de lado com alta de estoque nos EUA

Tensões no Oriente Médio limitam a queda dos preços.

Redação/ Agências
17/07/2013 11:51
Visualizações: 341

 

Os contratos futuros de petróleo operam de lado nesta quarta-feira, 17, pressionados pelo aumento nos estoques de gasolina nos EUA e pela cautela antes do depoimento do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, ao Congresso, que será o último antes da provável aposentadoria do atual líder do banco central norte-americano.
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As tensões no Oriente Médio, porém, especialmente no Egito e na Líbia, limitam a queda dos preços.
"O lento crescimento da China e o cenário global em geral mais fraco significam que estamos perto do pico dos preços do petróleo", comentou Simon Wardell, do IHS Global Insight.
Analistas do Commerzbank sugeriram que os preços estavam elevados nos últimos dias em razão do aumento dos preços da gasolina nos EUA e do fluxo de capital especulativo.
Na terça-feira o American Petroleum Institute (API) informou que os estoques de gasolina nos EUA cresceram 2,6 milhões de barris na semana passada.
"Isso contrabalançou a queda de 2,6 milhões de barris nos estoques de petróleo bruto e a redução de 880 mil barris dos estoques em Cushing", disseram analistas do Commerzbank.
"Se os dados do Departamento de Energia (DOE) a serem divulgados nesta quarta-feira mostrarem aumento nos estoques de gasolina e esfriamento da demanda, os preços do petróleo podem cair ainda mais", acrescentaram.
Às 9h10 (de Brasília), o brent para setembro caía 0,07% na ICE, para US$ 108,06 por barril, enquanto o contrato para agosto negociado na Nymex subia 0,02%, para US$ 106,02 por barril. 

Os contratos futuros de petróleo operam de lado nesta quarta-feira (17), pressionados pelo aumento nos estoques de gasolina nos EUA e pela cautela antes do depoimento do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, ao Congresso, que será o último antes da provável aposentadoria do atual líder do banco central norte-americano.

 

As tensões no Oriente Médio, porém, especialmente no Egito e na Líbia, limitam a queda dos preços.

 

"O lento crescimento da China e o cenário global em geral mais fraco significam que estamos perto do pico dos preços do petróleo", comentou Simon Wardell, do IHS Global Insight.

 

Analistas do Commerzbank sugeriram que os preços estavam elevados nos últimos dias em razão do aumento dos preços da gasolina nos EUA e do fluxo de capital especulativo.

 

Na terça-feira o American Petroleum Institute (API) informou que os estoques de gasolina nos EUA cresceram 2,6 milhões de barris na semana passada.

 

"Isso contrabalançou a queda de 2,6 milhões de barris nos estoques de petróleo bruto e a redução de 880 mil barris dos estoques em Cushing", disseram analistas do Commerzbank.

 

"Se os dados do Departamento de Energia (DOE) a serem divulgados nesta quarta-feira mostrarem aumento nos estoques de gasolina e esfriamento da demanda, os preços do petróleo podem cair ainda mais", acrescentaram.

 

Às 9h10 (de Brasília), o brent para setembro caía 0,07% na ICE, para US$ 108,06 por barril, enquanto o contrato para agosto negociado na Nymex subia 0,02%, para US$ 106,02 por barril. 

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