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Cotação

Petróleo fecha em queda pelo terceiro dia

17/09/2010 | 13h46
Os preços futuros do petróleo caíram pela terceira sessão seguida nesta quinta-feira, uma vez que a reabertura prevista do oleoduto da Enbridge Energy Partners trouxe de volta os temores de oferta excedente nos EUA, o maior consumidor de petróleo do mundo. O oleoduto que transporta 670 mil barris por dia do petróleo do Canadá para o centro-oeste dos EUA deve voltar a funcionar amanhã depois de ficar parado por uma semana por causa de um vazamento. O duto transporta um terço do petróleo que os EUA importam do Canadá.


A notícia do fechamento do oleoduto levou o petróleo para quase US$ 78 o barril, a máxima em um mês, no início da semana. Mas a previsão de reabertura empurrou os preços para a mínima intraday em uma semana, US$ 74,11, já que crescem as chances de novo aumento nos estoques de petróleo norte-americanos. Os estoques de petróleo e derivados dos EUA estão em seu maior patamar desde janeiro de 1983, segundo dados do governo.


O petróleo para entrega em outubro fechou em queda de US$ 1,45, ou 1,91%, em US$ 74,57, o barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). O Brent para novembro fechou em US$ 78,48, com queda de US$ 1,10, na plataforma eletrônica ICE.


O Fed (Federal Reserve) de Filadélfia informou que o índice de atividade no setor de manufatura subiu para -0,7 em setembro, de -7,7 em agosto, mas ficou abaixo da previsão dos economistas de 0,0. Operadores disseram que o indicador foi mais um na recente série que mostra uma lenta recuperação econômica, que deve pesar sobre o crescimento da demanda de petróleo nos EUA.


O preço do óleo de calefação, que subiu nas últimas quatro sessões na expectativa de aumento da demanda antes do inverno (no hemisfério Norte) e mais exportações, apresentou o maior declínio num só dia no mês.


A Administração Atmosférica e Oceânica Nacional (Noaa, na sigla em inglês) previu nesta quinta-feira temperaturas acima do normal entre outubro e dezembro numa ampla faixa dos EUA que vai do sudoeste, ao centro e nordeste do país. A previsão projeta um início quente para a temporada de calefação em boa parte de Nova York e Pensilvânia, que juntos respondem por mais de um terço da demanda por óleo de calefação nos EUA. No restante do nordeste, que é o maior mercado para óleo de calefação do mundo, a Noaa vê chances iguais de temperaturas normal, acima do normal ou abaixo do normal nos últimos três meses do ano.


O óleo de calefação fechou em queda de 3,27 cents, ou 1,5%, na mínima em uma semana de US$ 2,0999 o galão. As informações são da Dow Jones.


Fonte: Agência Estado
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