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Petróleo fecha a US$ 75,24 em dia de poucos negócios

Os preços dos contratos futuros do petróleo fecharam em leve queda, numa sessão com baixo volume de negociações. Por um lado, os futuros foram pressionados pelos indicadores econômicos mistos divulgados ao longo da sessão. Por outro, foram impulsionados pela fraqueza do dólar em relação a

Redação/ Agências
17/08/2010 15:00
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Os preços dos contratos futuros do petróleo fecharam em leve queda, numa sessão com baixo volume de negociações. Por um lado, os futuros foram pressionados pelos indicadores econômicos mistos divulgados ao longo da sessão. Por outro, foram impulsionados pela fraqueza do dólar em relação a outras moedas. O euro, por exemplo, saiu do menor nível em três semanas ante a moeda norte-americana e, perto do horário de fechamento dos mercados de energia, subia para US$ 1,2813, de US$ 1,2757 na sexta-feira.


O contrato do petróleo para setembro negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) caiu US$ 0,15, ou 0,20%, para US$ 75,24 por barril, com mínima de US$ 74,86 e máxima de US$ 75,95 por barril. Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para setembro - que expirou hoje - perdeu US$ 0,26, ou 0,35%, para US$ 74,85 por barril. O contrato para outubro - que passa a ser o de vencimento mais próximo - subiu US$ 0,11, ou 0,14%, para US$ 75,63 por barril.


O volume de negociações do mercado de petróleo foi inferior a 400 mil contratos - menor nível desde o final de julho. "Isso foi parcialmente causado pela calmaria do verão (no hemisfério norte)", disse Stephen Schork, diretor da consultoria especializada no mercado de petróleo The Schork Report. Segundo ele, o valor do barril aparentemente está preso em um intervalo técnico que vai de US$ 74,50 a US$ 75,75.


Na sexta-feira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) elevou sua estimativa para a demanda mundial por petróleo neste ano, mas alertou que a projeção poderia ser revisada para baixo caso continuassem surgindo sinais de desaquecimento da economia. Dados divulgados hoje mostraram que a economia do Japão cresceu 0,4% no segundo trimestre - muito menos que o previsto, mas o índice de atividade industrial Empire State, do Federal Reserve de Nova York, subiu para 7,10 em agosto, de 5,08 em julho.


Analistas afirmaram que os preços podem sofrer quedas mais acentuadas nas próximas sessões se os dados econômicos apontarem com mais ênfase a desaceleração da economia.
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