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Petróleo cai e encerra no menor nível em três semanas

Contrato com entrega para outubro, caiu US$ 1,62 (1,50%).

Redação, com agências
17/09/2013 10:28
Visualizações: 328

 

Petróleo cai e encerra no menor nível em três semanas
Os contratos futuros de petróleo deram continuidade à desvalorização dos últimos dias e fecharam nesta segunda-feira (16), no menor nível em três semanas na New York Mercantile Exchange (Nymex). Os investidores avaliam uma redução do temor com uma guerra entre Estados Unidos e Síria.
O contrato de petróleo mais negociado, com entrega para outubro, caiu US$ 1,62 (1,50%), fechando a US$ 106,59 o barril. Na última semana, a commodity acumulou queda de 2,09%. Na plataforma eletrônica ICE, o barril de petróleo do tipo Brent para novembro recuou US$ 1,63 (-1,46%), terminando a sessão a US$ 110,07.
Durante o fim de semana, EUA e Rússia entraram em um acordo para que a Síria entregue as armas químicas para as autoridades internacionais. O medo de uma intervenção militar no país fez os preços da commodity saltarem nas últimas semanas, uma vez que os investidores estavam preocupados sobre como o conflito poderia interferir nas principais rotas de transporte do petróleo no Oriente Médio. A região produz cerca de um terço do petróleo mundial.
Para o sócio-fundador da Again Capital, John Kilduff, "de modo geral, parece que a região do Oriente Médio está relativamente segura por ora, e nós veremos mais petróleo no mercado".
O acordo assinado entre norte-americanos e russos prevê que Bashar Assad declare até sexta-feira, 20, todos os estoques de armas químicas para a Organização de Proibição de Armas Químicas, baseada em Haia. Mais cedo, a Agência France-Presse ainda divulgou que a França, o Reino Unido e os EUA querem uma resolução "forte" na Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a transferência de armas químicas do regime sírio para o controle internacional.
No sentido contrário, traders disseram que os preços do petróleo também encontraram algum apoio pela desistência de Larry Summers em disputar o comando do Federal Reserve, o banco central norte-americano. A visão do mercado é que Summers provavelmente seria mais agressivo na redução dos estímulos mensais de US$ 85 bilhões à economia. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed se reunirá nesta semana e comunicará na quarta-feira, 18, a sua decisão de política monetária. 

Os contratos futuros de petróleo deram continuidade à desvalorização dos últimos dias e fecharam nesta segunda-feira (16), no menor nível em três semanas na New York Mercantile Exchange (Nymex). Os investidores avaliam uma redução do temor com uma guerra entre Estados Unidos e Síria.


O contrato de petróleo mais negociado, com entrega para outubro, caiu US$ 1,62 (1,50%), fechando a US$ 106,59 o barril. Na última semana, a commodity acumulou queda de 2,09%. Na plataforma eletrônica ICE, o barril de petróleo do tipo Brent para novembro recuou US$ 1,63 (-1,46%), terminando a sessão a US$ 110,07.


Durante o fim de semana, EUA e Rússia entraram em um acordo para que a Síria entregue as armas químicas para as autoridades internacionais. O medo de uma intervenção militar no país fez os preços da commodity saltarem nas últimas semanas, uma vez que os investidores estavam preocupados sobre como o conflito poderia interferir nas principais rotas de transporte do petróleo no Oriente Médio. A região produz cerca de um terço do petróleo mundial.


Para o sócio-fundador da Again Capital, John Kilduff, "de modo geral, parece que a região do Oriente Médio está relativamente segura por ora, e nós veremos mais petróleo no mercado".


O acordo assinado entre norte-americanos e russos prevê que Bashar Assad declare até sexta-feira, 20, todos os estoques de armas químicas para a Organização de Proibição de Armas Químicas, baseada em Haia. Mais cedo, a Agência France-Presse ainda divulgou que a França, o Reino Unido e os EUA querem uma resolução "forte" na Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a transferência de armas químicas do regime sírio para o controle internacional.


No sentido contrário, traders disseram que os preços do petróleo também encontraram algum apoio pela desistência de Larry Summers em disputar o comando do Federal Reserve, o banco central norte-americano. A visão do mercado é que Summers provavelmente seria mais agressivo na redução dos estímulos mensais de US$ 85 bilhões à economia. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed se reunirá nesta semana e comunicará na quarta-feira, 18, a sua decisão de política monetária. 

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