Campo de Libra

Petrobras prevê 4 plataformas na área gigante de Libra até 2023

Reuters - 28/10/2016
28/10/2016 11:11
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A Petrobras vai iniciar a produção comercial da mega reserva de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, pela área noroeste da jazida, onde um novo sistema definitivo deverá entrar em operação por ano partir de 2020, totalizando quatro sistemas nessa área.

As afirmações foram feitas nesta quinta-feira pelo gerente executivo da petroleira para o projeto, Fernando Borges, em entrevista publicada no site da companhia.

A Petrobras é sócia de Shell, Total e das chinesas CNOOC e CNPC no projeto de Libra.

A escolha da área noroeste, segundo o executivo, foi pela qualidade da região, enquanto a companhia busca antecipar a produção para alavancar valor, em razão do bônus pago pela área e do tempo fixo de 35 anos do contrato.

"Enquanto isso, faremos um estudo mais apurado em termos de esforço exploratório nas outras áreas. Então, se queremos produzir logo, temos que começar por lá", afirmou Borges.

Segundo ele, o primeiro sistema terá capacidade de produção de 180 mil barris por dia (bpd), com 17 poços, e o segundo poderá ficar entre 120 mil bpd e 180 mil bpd.

Os testes de longa duração em Libra, quando a vazão de poços é testada, irá ocorrer em meados de 2017, também na área noroeste, de acordo com Borges. A ideia é que após a realização dos testes se tenha uma melhor perspectiva de qual será o fator de recuperação da reserva de Libra.

Estimativas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicavam que há um total de 8 bilhões a 12 bilhões de barris recuperáveis óleo em Libra. O consórcio da área nunca revelou uma previsão própria.

Segundo Borges, o consórcio trabalha hoje com uma expectativa mínima para um fator de recuperação de 25 por centro do volume da reserva e está trabalhando para elevar o fator para 35 por cento.

Busca por eficiência

O consórcio de Libra trabalhou em uma forma de transformar Libra mais rentável, segundo Borges. De acordo com ele, em uma primeira fase, foram identificadas 35 ações de redução de custo e de aumento da recuperação de petróleo aplicáveis ao primeiro sistema definitivo de produção.

As ações de otimizações são chamadas de projeto Libra@35, que tem como objetivo baixar o "break even" para um máximo 35 dólares/barril no desenvolvimento da produção.

 

 

 

 

 

 

 

 

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