América do Sul

Petrobras e petroleiras sul-americanas formam consórcio de exploração na Argentina

A Repsol YPF atuará como operadora com uma participação de 35%. A Enarsa também terá 35%, a Petrobras, 25% e a Petrouruguai, a filial argentina da Ancap,terá 5% de participação.

Redação com BNamer
12/01/2006 00:00
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A Petrobras, a major espanhola Repsol YPF, a energética argentina Enarsa e a petroleira estatal uruguaia Ancap assinaram um convênio para a formação de um consórcio para explorar hidrocarbonetos em blocos na bacia Colorado Marina, na Argentina.

A Repsol YPF atuará como operadora com uma participação de 35%. A Enarsa também terá 35%, a Petrobras, 25% e a Petrouruguai, a filial argentina da Ancap,terá 5% de participação.

Segundo informa a agência BNamericas, as empresas investirão entre US$ 40 milhões e US$ 100 milhões em exploração na área. Se descobrem reservas comercialmente viáveis,o investimento consjunto no desenvolvimento e produção poderia superar os US$ 2 bilhões devido ao alto risco de perfuração em águas profundas.

A espanhola começará este ano a registrar e processar 1 mil km² de sísmica tridimensional e planeja perfurar seu primeiro poço em 2008.

A Repsol YPF investiu US$ 68 milhões em exploração offshore na Argentina entre 1999 e 2005 e planeja investir US$ 207 entre 2006 e 2009, se lê no comunicado enviado pela empresa.

Além deste convênio, a Repsol assinou outro acordo com a Enarsa para investigar alternativas para associar-se na exploração e produção de hidrocarbonetos na plataforma continental argentina.

O convênio tem vigência de 10 anos e se relacional com todas as áreas offshore desde a fronteira com o Uruguai até as ilhas Malvinas, o golfo de San Jorge e a bacia Austral.

Repsol YPF e Enarsa acordaram criar grupos de trabalho, investir em estudos de áreas, em exploração e, em caso de descobrimentos, em atividades de desenvolvimento de produção.

A espanho espera começar este ano a perfurar na bacia Austral baseando-se em informações sísmicas tridimensionais obtidas em 2004.

Posteriormente, a empresa começará a perfurar a bacia das Malvinas em 2008 a partir de informação sísmica tridimensional completada em princípios de 2005, se lê no comunicado.

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