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Economia

Petrobras e EUA puxam Bolsa para baixo

18/12/2013 | 12h17

 

Pressionado pelas ações da Petrobras e com o mercado em compasso de espera pela reunião do banco central dos Estados Unidos, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou ontem em queda de 0,38%, a 50.090 pontos. "O dia foi pautado na cautela dos investidores com a possibilidade de o FED começar já nesta semana a reduzir seu estímulo econômico, o que diminuiria o volume de recursos disponíveis para investimento em outros países, como o Brasil, prejudicando nosso crescimento e, consequentemente, nossa Bolsa", diz Pedro Galdi, analista-chefe da SLW Corretora. As ações mais negociadas da Petrobras, que representam mais de 8% do Ibovespa, fecharam o dia com perda de 3,11%, enquanto os papéis ordinários da estatal (menos negociados e com direito a voto) cederam 3,29%. Juntas, as duas ações da empresa representam cerca de 12% do Ibovespa.
No exterior, começou ontem nos EUA a última reunião do FED em 2013. O encontro termina hoje, quando a autoridade dirá se mantém inalterado ou começará a reduzir seu programa de estímulo à economia. Desde 2009, o FED recompra US$ 85 bilhões por mês para injetar recursos no mercado e estimular uma retomada da atividade econômica. Como parte desse dinheiro migra para outros mercados, como o Brasil, na forma de aplicações, um possível corte reduziria a entrada de recursos nesses países, prejudicando seu crescimento. Indicadores positivos divulgados recentemente demonstraram uma melhora da economia dos EUA, o que reforça a chance de o FED começar a reduzir seu programa.
No câmbio, o dólar à vista, referência no mercado financeiro, fechou o dia em queda de 0,24% em relação ao real, cotado em R$ 2,322 na venda. Já o dólar comercial, usado no comércio exterior, cedeu 0,30%, também a R$ 2,322. Foi a 3ª baixa seguida da moeda americana.

Pressionado pelas ações da Petrobras e com o mercado em compasso de espera pela reunião do banco central dos Estados Unidos, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou ontem em queda de 0,38%, a 50.090 pontos. "O dia foi pautado na cautela dos investidores com a possibilidade de o FED começar já nesta semana a reduzir seu estímulo econômico, o que diminuiria o volume de recursos disponíveis para investimento em outros países, como o Brasil, prejudicando nosso crescimento e, consequentemente, nossa Bolsa", diz Pedro Galdi, analista-chefe da SLW Corretora. As ações mais negociadas da Petrobras, que representam mais de 8% do Ibovespa, fecharam o dia com perda de 3,11%, enquanto os papéis ordinários da estatal (menos negociados e com direito a voto) cederam 3,29%. Juntas, as duas ações da empresa representam cerca de 12% do Ibovespa.

No exterior, começou ontem nos EUA a última reunião do FED em 2013. O encontro termina hoje, quando a autoridade dirá se mantém inalterado ou começará a reduzir seu programa de estímulo à economia. Desde 2009, o FED recompra US$ 85 bilhões por mês para injetar recursos no mercado e estimular uma retomada da atividade econômica. Como parte desse dinheiro migra para outros mercados, como o Brasil, na forma de aplicações, um possível corte reduziria a entrada de recursos nesses países, prejudicando seu crescimento. Indicadores positivos divulgados recentemente demonstraram uma melhora da economia dos EUA, o que reforça a chance de o FED começar a reduzir seu programa.

No câmbio, o dólar à vista, referência no mercado financeiro, fechou o dia em queda de 0,24% em relação ao real, cotado em R$ 2,322 na venda. Já o dólar comercial, usado no comércio exterior, cedeu 0,30%, também a R$ 2,322. Foi a 3ª baixa seguida da moeda americana.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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