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Negócios

Pesquisas mapeiam o cenário dos setores de Manutenção e Gestão de Ativos

22/10/2013 | 11h45

 

A Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman), no intuito de auxiliar as organizações do setor de manutenção, divulga dois estudos que indicam o panorama setorial e suas tendências. Trata-se do Documento Nacional e a Pesquisa de Gestão de Ativos - lançados no final de setembro, em Salvador, no principal congresso do setor.
O Documento Nacional é um estudo bianual que auxilia as empresas a se posicionarem no mercado, reunindo informações como média global e setorial de gastos em manutenção e faturamento. De acordo com Eduardo Seixas, coordenador do documento nacional da Abraman, o estudo permite que as empresas façam um completo benchmarking e fornece dados sobre indicadores, segurança, custo de manutenção, idade média dos equipamentos utilizados na indústria, além de conteúdos do programa nacional de qualificação e certificação de pessoal promovido pela associação.
A Pesquisa de Gestão de Ativos, realizada entre março e agosto de 2013 com diretores de engenharia, operação e manutenção de empresas, incluiu questões sobre as diretrizes e estratégias aplicadas na adoção de práticas de gestão dos ativos. Discorreu ainda sobre temas como a interface entre a manutenção e as áreas financeira, de engenharia, operação, manutenção, suprimentos, logística, recursos humanos e tecnologia da informação. Para o diretor da Accenture do Brasil, Afonso Sartório, a partir deste mapeamento a Abraman contribui para que a indústria brasileira possa traçar planos que direcionem de forma objetiva e eficaz a transformação necessária. Dessa forma, as organizações estão aptas a adotar uma abordagem mais assertiva em suas ações.
Com isso, “a alta gerência das empresas brasileiras está prestes a dar o grande salto de qualidade em manutenção e gestão”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos, João Ricardo Barusso Lafraia, sobre o diagnóstico pioneiro realizado pela entidade com os estdos. “Os sinais de mudança estão à vista, com a intensa discussão em torno da PAS 55 e a chegada, em breve, da ISO 55.000. A transformação é, portanto, inexorável e a lição que extraímos é que devemos estar preparados para o novo jogo da competitividade em nível mundial”, conclui.

A Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman), no intuito de auxiliar as organizações do setor de manutenção, divulga dois estudos que indicam o panorama setorial e suas tendências. Trata-se do Documento Nacional e a Pesquisa de Gestão de Ativos - lançados no final de setembro, em Salvador, no principal congresso do setor.

O Documento Nacional é um estudo bianual que auxilia as empresas a se posicionarem no mercado, reunindo informações como média global e setorial de gastos em manutenção e faturamento. De acordo com Eduardo Seixas, coordenador do documento nacional da Abraman, o estudo permite que as empresas façam um completo benchmarking e fornece dados sobre indicadores, segurança, custo de manutenção, idade média dos equipamentos utilizados na indústria, além de conteúdos do programa nacional de qualificação e certificação de pessoal promovido pela associação.

A Pesquisa de Gestão de Ativos, realizada entre março e agosto de 2013 com diretores de engenharia, operação e manutenção de empresas, incluiu questões sobre as diretrizes e estratégias aplicadas na adoção de práticas de gestão dos ativos. Discorreu ainda sobre temas como a interface entre a manutenção e as áreas financeira, de engenharia, operação, manutenção, suprimentos, logística, recursos humanos e tecnologia da informação. Para o diretor da Accenture do Brasil, Afonso Sartório, a partir deste mapeamento a Abraman contribui para que a indústria brasileira possa traçar planos que direcionem de forma objetiva e eficaz a transformação necessária. Dessa forma, as organizações estão aptas a adotar uma abordagem mais assertiva em suas ações.

Com isso, “a alta gerência das empresas brasileiras está prestes a dar o grande salto de qualidade em manutenção e gestão”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos, João Ricardo Barusso Lafraia, sobre o diagnóstico pioneiro realizado pela entidade com os estdos. “Os sinais de mudança estão à vista, com a intensa discussão em torno da PAS 55 e a chegada, em breve, da ISO 55.000. A transformação é, portanto, inexorável e a lição que extraímos é que devemos estar preparados para o novo jogo da competitividade em nível mundial”, conclui.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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