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Indústria

Pesquisa mostra queda na intenção de investimentos no setor de máquinas

11/02/2014 | 11h38

 

O Brasil caiu de primeiro para 21º país no ranking de destino de investimentos de empresários no setor de máquinas e equipamentos. É o que mostra o último levantamento International Business Report, da empresa de auditoria e consultoria Grant Thornton. Em pesquisa feita com 12,5 mil empresas privadas, sendo 300 brasileiras, em 44 países, 39% dos executivos afirmaram que pretendem direcionar investimentos ao setor nos próximos 12 meses. Isso coloca o Brasil atrás de outros 20 países em uma lista liderada pela Turquia, com um índice de 74%.
No levantamento anterior, feito três meses antes, 47% dos líderes tinham planos de investir em máquinas e equipamentos no país. Na pesquisa realizada há seis meses, os interessados eram 67% do total, e o Brasil era o primeiro país em intenção de investimentos no setor. Na ocasião, as expectativas em melhoras de infraestrutura no país davam segurança ao empresariado para apostar no Brasil.
Agora, a situação particular do país, que sedia neste ano a Copa do Mundo de futebol e tem eleições presidenciais, contribui para reduzir o entusiamo dos empresários e investidores, diz Wander Pinto, sócio da área de Advisory da Grant Thornton.
"Teremos Carnaval, Copa do Mundo, indefinições no que tange à politica governamental e à política tributaria. Frente a todas as duvidas, naturalmente os empresários dão uma brecada no investimento e acabam trabalhando com o que têm em mãos", afirma. Além disso, pesam nas decisões dos investidores o aumento dos juros e os riscos de inflação mais alta, diz.
Apesar da redução das intenções de investimentos no setor de máquinas no Brasil, o número do país está levemente acima da média global. Em todo o mundo, o índice é de 35%. "O país também tem um índice superior a dos Brics, que é de 37%", afirma o analista.
Na visão dele, o menor entusiasmo dos investidores com o Brasil não chega a ser um pessimismo. O país ainda precisa de diversos investimentos em infraestrutura, o que vai exigir máquinas e equipamentos nos próximos anos. "Apesar de vermos uma desaceleração maior de investimentos de fora para o Brasil, eu vejo muitos negócios locais acontecendo e estou mais otimista para 2015 e 2016", afirma.
Entre os setores pesquisados, os que mais tiveram redução de intenção de investimentos em máquinas e equipamentos no último levantamento foram agricultura, mineração, tecnologia e educação.
Entre os países prediletos dos investidores, aparecem logo depois da Turquia: Malásia, com 64%, Lituânia (62%), Georgia (61%), Peru (61%) e Letônia (58%). O Brasil está atrás também de países como Rússia, Chile, Índia, Argentina e México.

O Brasil caiu de primeiro para 21º país no ranking de destino de investimentos de empresários no setor de máquinas e equipamentos. É o que mostra o último levantamento International Business Report, da empresa de auditoria e consultoria Grant Thornton. Em pesquisa feita com 12,5 mil empresas privadas, sendo 300 brasileiras, em 44 países, 39% dos executivos afirmaram que pretendem direcionar investimentos ao setor nos próximos 12 meses. Isso coloca o Brasil atrás de outros 20 países em uma lista liderada pela Turquia, com um índice de 74%.

No levantamento anterior, feito três meses antes, 47% dos líderes tinham planos de investir em máquinas e equipamentos no país. Na pesquisa realizada há seis meses, os interessados eram 67% do total, e o Brasil era o primeiro país em intenção de investimentos no setor. Na ocasião, as expectativas em melhoras de infraestrutura no país davam segurança ao empresariado para apostar no Brasil.

Agora, a situação particular do país, que sedia neste ano a Copa do Mundo de futebol e tem eleições presidenciais, contribui para reduzir o entusiamo dos empresários e investidores, diz Wander Pinto, sócio da área de Advisory da Grant Thornton.

"Teremos Carnaval, Copa do Mundo, indefinições no que tange à politica governamental e à política tributaria. Frente a todas as duvidas, naturalmente os empresários dão uma brecada no investimento e acabam trabalhando com o que têm em mãos", afirma. Além disso, pesam nas decisões dos investidores o aumento dos juros e os riscos de inflação mais alta, diz.

Apesar da redução das intenções de investimentos no setor de máquinas no Brasil, o número do país está levemente acima da média global. Em todo o mundo, o índice é de 35%. "O país também tem um índice superior a dos Brics, que é de 37%", afirma o analista.

Na visão dele, o menor entusiasmo dos investidores com o Brasil não chega a ser um pessimismo. O país ainda precisa de diversos investimentos em infraestrutura, o que vai exigir máquinas e equipamentos nos próximos anos. "Apesar de vermos uma desaceleração maior de investimentos de fora para o Brasil, eu vejo muitos negócios locais acontecendo e estou mais otimista para 2015 e 2016", afirma.

Entre os setores pesquisados, os que mais tiveram redução de intenção de investimentos em máquinas e equipamentos no último levantamento foram agricultura, mineração, tecnologia e educação.

Entre os países prediletos dos investidores, aparecem logo depois da Turquia: Malásia, com 64%, Lituânia (62%), Georgia (61%), Peru (61%) e Letônia (58%). O Brasil está atrás também de países como Rússia, Chile, Índia, Argentina e México.

 



Fonte: Valor Online
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