Greve

Parte dos petroleiros volta ao trabalho

Agência Brasil
17/11/2015 10:20
Parte dos petroleiros volta ao trabalho Imagem: Agência Petrobras Visualizações: 627

 

Os trabalhadores das bases sindicais do Norte-Fluminense, do Espírito Santo e de Minas Gerais rejeitaram a indicação Federação Única dos Petroleiros (FUP) de voltar ao trabalho decidiram continuar em greve. De acordo com a FUP, as bases do Amazonas, do Rio Grande do Norte, do Ceará/Piauí, do Pernambuco/Paraíba, da Bahia, Duque de Caxias, do Unificado-SP, do Paraná/Santa Catarina, do Sindiquímica-PR e do Rio Grande do Sul encerraram a paralisação. As assembleias para avaliar as propostas e votar pela continuidade ou não da greve dos petroleiros começaram na sexta-feira (13) e terminaram no fim da tarde de hoje (16).
Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense, os petroleiros voltaram hoje (16) ao trabalho. Segundo o presidente do sindicato da categoria no município, Simão Zanardi, a decisão foi seguir a orientação do Conselho Deliberativo da FUP de suspender a paralisação e manter o estado de greve. O motivo é que está em andamento o prazo de 60 dias em que o grupo de trabalho formado por representantes da entidade e da empresa, após análise de propostas apresentadas pela categoria, vai elaborar um relatório que será apresentado ao Conselho de Administração da Petrobras.
Para Zanardi, a paralisação foi positiva, porque levou a Petrobras a discutir com a categoria a Pauta pelo Brasil, que, entre outros itens, defende a manutenção de investimentos da empresa e os empregos. “Não significa que nós vencemos o debate, mas conseguimos pautar a Petrobras e o conselho de administração para discutir com a FUP e seus sindicatos qual é o melhor projeto de sociedade e de Petrobras para o Brasil”, analisou.
O sindicalista informou que somente em dezembro haverá a normalização da produção da Reduc. Diariamente serão produzidos 210 mil barris de petróleo refinado e, quando a produção ficar normalizada, atingirá 240 mil barris. O sindicalista explicou que a unidade de refinação 1.710 estava em parada de manutenção antes da greve e, com a paralisação da categoria, os serviços foram atrasados e, em consequência, a unidade vai ficar mais tempo parada do que era previsto.
A greve continua também para os trabalhadores filiados à Federação Nacional dos Petroleiros, que encaminhou hoje à Petrobras um ofício pedindo uma reunião com a companhia para discutir a última proposta apresentada pela empresa e apresentar os motivos que esta parcela dos petroleiros não aceitou o que foi oferecido. Entre os itens destacados pela entidade, está a negociação dos dias parados e punições aos grevistas.
“O que está pegando é o aumento real, desconto dos dias parados e a não certeza de que não vai ter punição aos grevistas”, disse o secretário-geral da FNP, Emanuel Jorge Cancella. Na proposta apresentada pela Petrobras no dia 11, a empresa oferece um reajuste de 9,53% aos empregados, mas a categoria, conforme apontou Cancella pede 18%. “Esse índice foi calculado pelo Dieese, levando em consideração a reposição da inflação do período, aumento real e produtividade”.
Em nota divulgada no dia 11, a Petrobras informou que aquela era a proposta definitiva da companhia. “Traduz o empenho máximo da empresa para atender às reivindicações dos empregados e seus representantes”, destacou.

Os trabalhadores das bases sindicais do Norte-Fluminense, do Espírito Santo e de Minas Gerais rejeitaram a indicação Federação Única dos Petroleiros (FUP) de voltar ao trabalho decidiram continuar em greve. De acordo com a FUP, as bases do Amazonas, do Rio Grande do Norte, do Ceará/Piauí, do Pernambuco/Paraíba, da Bahia, Duque de Caxias, do Unificado-SP, do Paraná/Santa Catarina, do Sindiquímica-PR e do Rio Grande do Sul encerraram a paralisação. As assembleias para avaliar as propostas e votar pela continuidade ou não da greve dos petroleiros começaram na sexta-feira (13) e terminaram no fim da tarde de hoje (16).

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense, os petroleiros voltaram hoje (16) ao trabalho. Segundo o presidente do sindicato da categoria no município, Simão Zanardi, a decisão foi seguir a orientação do Conselho Deliberativo da FUP de suspender a paralisação e manter o estado de greve. O motivo é que está em andamento o prazo de 60 dias em que o grupo de trabalho formado por representantes da entidade e da empresa, após análise de propostas apresentadas pela categoria, vai elaborar um relatório que será apresentado ao Conselho de Administração da Petrobras.

Para Zanardi, a paralisação foi positiva, porque levou a Petrobras a discutir com a categoria a Pauta pelo Brasil, que, entre outros itens, defende a manutenção de investimentos da empresa e os empregos. “Não significa que nós vencemos o debate, mas conseguimos pautar a Petrobras e o conselho de administração para discutir com a FUP e seus sindicatos qual é o melhor projeto de sociedade e de Petrobras para o Brasil”, analisou.

O sindicalista informou que somente em dezembro haverá a normalização da produção da Reduc. Diariamente serão produzidos 210 mil barris de petróleo refinado e, quando a produção ficar normalizada, atingirá 240 mil barris. O sindicalista explicou que a unidade de refinação 1.710 estava em parada de manutenção antes da greve e, com a paralisação da categoria, os serviços foram atrasados e, em consequência, a unidade vai ficar mais tempo parada do que era previsto.

A greve continua também para os trabalhadores filiados à Federação Nacional dos Petroleiros, que encaminhou hoje à Petrobras um ofício pedindo uma reunião com a companhia para discutir a última proposta apresentada pela empresa e apresentar os motivos que esta parcela dos petroleiros não aceitou o que foi oferecido. Entre os itens destacados pela entidade, está a negociação dos dias parados e punições aos grevistas.

“O que está pegando é o aumento real, desconto dos dias parados e a não certeza de que não vai ter punição aos grevistas”, disse o secretário-geral da FNP, Emanuel Jorge Cancella. Na proposta apresentada pela Petrobras no dia 11, a empresa oferece um reajuste de 9,53% aos empregados, mas a categoria, conforme apontou Cancella pede 18%. “Esse índice foi calculado pelo Dieese, levando em consideração a reposição da inflação do período, aumento real e produtividade”.

Em nota divulgada no dia 11, a Petrobras informou que aquela era a proposta definitiva da companhia. “Traduz o empenho máximo da empresa para atender às reivindicações dos empregados e seus representantes”, destacou.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Inteligência Artificial
Impacto industrial: Executivo brasileiro integra novo co...
20/06/26
Indústria Naval
Ecovix assina contrato para a construção de quatro navio...
19/06/26
Exportações
Para ONIP tributação sobre exportações de petróleo compr...
18/06/26
Aviação
Fórum IBP SAF reúne setor privado e agentes públicos par...
18/06/26
Pré-Sal
Consórcio de Libra liderado pela Petrobras contrata Cepe...
18/06/26
Eólica Offshore
Com representante no Comitê Diretor da CEM, o WFO reforç...
18/06/26
Combustíveis
ANP realiza segunda parte de audiência pública sobre car...
18/06/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 187 mil barris por ...
18/06/26
ANP
ANP faz pesquisa para aprimorar sua Carta de Serviços
17/06/26
Resultado
Atlas Portuário do ES: portos capixabas movimentam 137,5...
17/06/26
Hidrogênio Verde
SENAI CIMATEC, HYTRON e PETROGAL BRASIL (JV Galp/Sinopec...
17/06/26
Apoio Offshore
Transporte aéreo no setor do petróleo cresce 21% em dois...
17/06/26
Pessoas
ENGIE Brasil nomeia Michele Schifino como diretora de Co...
16/06/26
Combustíveis
Propostas de resoluções sobre caracterização da elevação...
16/06/26
Hidrelétrica
Gerdau adquire 100% de participação societária de usina ...
16/06/26
Fenasucro
Otimista, Fenasucro & Agrocana anuncia crescimento e se ...
16/06/26
Gestão
Petróleo, gás e energia lideram troca de CEOs no Ibovesp...
16/06/26
Petróleo e Gás
Coppe inaugura moderno Núcleo de Tecnologia de Poços
16/06/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas está com as inscrições abertas
15/06/26
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
15/06/26
Energia Elétrica
Expansão de data centers pressiona infraestrutura energé...
15/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25