Paraná

Paranaguá bate recorde na importação de fertilizantes no 1º quadrimestre

A importação de fertilizantes pelos portos de Paranaguá e Antonina (PR) entre janeiro e abril deste ano atingiu o recorde de 3,05 milhões de toneladas. O volume ultrapassa em 27% a marca anterior, registrada nos quatro primeiros meses de 2008, quando as importaç&ot

A Tribuna
03/06/2011 07:08
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A importação de fertilizantes pelos portos de Paranaguá e Antonina (PR) entre janeiro e abril deste ano atingiu o recorde de 3,05 milhões de toneladas. O volume ultrapassa em 27% a marca anterior, registrada nos quatro primeiros meses de 2008, quando as importações por ambos os terminais foi de 2,4 milhões de toneladas. Os números são da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).
 

De acordo com o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, melhorias no porto, como a dragagem feita no início do ano, têm permitido que navios de maior capacidade operem nos terminais.
 
 
O recorde na importação de fertilizantes acompanha o ritmo das exportações de granéis. Os navios que trazem os fertilizantes voltam à origem carregados de granéis, completando o ciclo de comércio marítimo. O porto de Paranaguá é líder nacional na importação de fertilizantes. Em 2010, 50% dos fertilizantes importados pelo Brasil passaram por Paranaguá e Antonina.
 

Segundo ele, os dois países farão reuniões a cada 30 dias para evitar o acúmulo de mercadorias nas aduanas. A ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi, afirmou que há a determinação do seu ministério de liberar as licenças de importação em até 60 dias, determinado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), mas afirmou que o cumprimento do prazo depende de consulta a outros ministérios para analisar questões fitossanitárias e outras normas técnicas.
 

A ministra argentina disse, por exemplo, que há "ruídos" nas análises das licenças de exportações de calçados do Brasil, por causa de uma possível triangulação. A ministra disse que o Brasil pode estar intermediando a entrada de calçados asiáticos na Argentina. 
 

Brasil e Argentina têm enfrentado uma das principais crises na relação bilateral desde que o Brasil decidiu incluir em licenças não automáticas as importações de automóveis.

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