Economia

PAC prevê R$ 1 trilhão em investimentos em energia

Afirmação é do ministro do MME, Edison Lobão.

G1
29/07/2013 16:03
Visualizações: 665

 

Os empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de energia representam R$ 1 trilhão de investimentos nos próximos dez anos, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nesta segunda-feira (29).
Lobão participa de debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) em São Paulo e fala sobre energias renováveis, pré-sal e eficiência energética.
Ao falar sobre o primeiro leilão do pré-sal, que ocorre ainda este ano, em relação aos R$ 15 bilhões que as empresas terão que pagar para a União, Lobão disse que este “é um grande negócio para os empresários”.
“Os empresários praticamente não correm risco. É quase impossível colocar uma sonda no pré-sal e não extrair petróleo”, comentou.
Durante o debate, o ministro de Minas e Energia também disse que o novo código de mineração, que está em regime de urgência, deve ser aprovado ainda este ano.
Ao ser questionado sobre reportagem desta segunda-feira do jornal “O Estado de S.Paulo”, que afirma que o governo federal não tem mais recursos em fundos setoriais para as indenizações que terá de pagar às empresas do setor elétrico, Lobão disse que os fundos setoriais têm recursos.
“Os fundos setoriais têm recursos e naquilo que eventualmente não tivessem, nós acudiríamos de outro modo”, afirmou. Uma alternativa, segundo o ministro, seria recorrer o Tesouro Nacional.
A reportagem diz que, com saldo insuficiente, caberia realmente ao Tesouro Nacional arcar com a despesa e cita que, em última instância, o contribuinte teria que desembolsar pelo menos R$ 6,7 bilhões nos próximos quatro anos para reembolsar as companhias.
Leilão do pré-sal
O ministro não citou nomes de eventuais empresas que estejam interessadas em participar do primeiro leilão do pré-sal. Ele lembrou apenas que as empresas nacionais vão se constituir em consórcio e que há “várias” empresas internacionais interessadas, como americanas, inglesas e chinesas.
O ministro comentou que a Petrobras participará do consórcio vencedor, mas que não está limitada aos 30% de participação do consórcio.

Os empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de energia representam R$ 1 trilhão de investimentos nos próximos dez anos, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nesta segunda-feira (29).


Lobão participa de debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) em São Paulo e fala sobre energias renováveis, pré-sal e eficiência energética.


Ao falar sobre o primeiro leilão do pré-sal, que ocorre ainda este ano, em relação aos R$ 15 bilhões que as empresas terão que pagar para a União, Lobão disse que este “é um grande negócio para os empresários”.


“Os empresários praticamente não correm risco. É quase impossível colocar uma sonda no pré-sal e não extrair petróleo”, comentou.


Durante o debate, o ministro de Minas e Energia também disse que o novo código de mineração, que está em regime de urgência, deve ser aprovado ainda este ano.


Ao ser questionado sobre reportagem desta segunda-feira do jornal “O Estado de S.Paulo”, que afirma que o governo federal não tem mais recursos em fundos setoriais para as indenizações que terá de pagar às empresas do setor elétrico, Lobão disse que os fundos setoriais têm recursos.


“Os fundos setoriais têm recursos e naquilo que eventualmente não tivessem, nós acudiríamos de outro modo”, afirmou. Uma alternativa, segundo o ministro, seria recorrer o Tesouro Nacional.


A reportagem diz que, com saldo insuficiente, caberia realmente ao Tesouro Nacional arcar com a despesa e cita que, em última instância, o contribuinte teria que desembolsar pelo menos R$ 6,7 bilhões nos próximos quatro anos para reembolsar as companhias.



Leilão do pré-sal


O ministro não citou nomes de eventuais empresas que estejam interessadas em participar do primeiro leilão do pré-sal. Ele lembrou apenas que as empresas nacionais vão se constituir em consórcio e que há “várias” empresas internacionais interessadas, como americanas, inglesas e chinesas.


O ministro comentou que a Petrobras participará do consórcio vencedor, mas que não está limitada aos 30% de participação do consórcio.

 

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