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Oil and Gas Climate Initiative (OGCI) faz balanço de ações de descarbonização

Redação TN Petróleo, Agência Petrobras
20/03/2024 06:39
Oil and Gas Climate Initiative (OGCI) faz balanço de ações de descarbonização Imagem: Divulgação Visualizações: 1751

A CERAWeek promoveu, nesta terça-feira (19/3), um debate com CEOs de grandes empresas globais de energia. Além do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, participaram os CEOs da Exxon, Chevron, BP, Total, Equinor, Eni e Occidental. A mesa redonda teve o objetivo de fazer um balanço dos 10 anos da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI), grupo formado por 12 empresas do setor de óleo e gás para conduzir ações em resposta às mudanças climáticas. O debate foi moderado por Daniel Yergin, vice-presidente da S&P Global e fundador da CERA, e por Bob Dudley, presidente do comitê de CEOs da OGCI.

A Petrobras foi destacada na fala de Dudley por ser a líder mundial em captura, uso e armazenamento geológico de CO2 (CCUS), uma tecnologia essencial para o atingimento da neutralidade mundial de emissões. A companhia possui o maior programa de reinjeção de CO2 do mundo, nos campos do pré-sal, tendo reinjetado mais de 53 milhões de CO2 até 2023.

Prates ressaltou a relevância da OGCI para a indústria descarbonizar suas operações: “É a primeira vez na história que 12 empresas de óleo e gás se unem em prol de medidas de combate às mudanças climáticas. A iniciativa vem permitindo maior colaboração, investimento conjunto e aceleração das aplicações tecnológicas”, comentou Prates.

O presidente também comentou que os resultados já alcançados são expressivos. Desde 2017, as empresas que compõem a OGCI, juntas, reduziram 50% das emissões de metano e cerca de 25% de redução de emissões de gases de efeito estufa.

Prates reiterou o comprometimento da Petrobras com a OGCI e a colaboração da indústria para descarbonização, destacando a trajetória de redução das emissões da companhia. Em 2023, a Petrobras entregou uma redução de 1,7 milhão de toneladas de CO2e nas emissões absolutas em relação a 2022.  Em comparação a 2015, quando foi assinado o Acordo de Paris, a redução já é superior a 40%.

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