Licitação

Navio da Petrobras terá propostas de SBM, Modec e BW

FPSO ficará no campo de Tartaruga Verde.

EXAME
05/02/2014 11:23
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A SBM Offshore, a Modec, e a BW Offshore estão competindo para fornecer um navio de produção à Petrobras, porque a maior produtora mundial em águas profundas busca se recuperar da mais baixa produção doméstica desde 2008, disseram duas fontes com conhecimento direto do processo.
As três construtoras de equipamentos de produção flutuante estão elaborando propostas para construir um FPSO que a Petrobras, que tem sede no Rio de Janeiro, planeja empregar no campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, disseram as fontes, que pediram para não serem identificadas porque os termos do negócio são privados. A Petrobras planeja começar a produção no campo em 2017 como parte de seu plano de negócios para dobrar a produção até 2020.
A Petrobras não comenta processos de licitação em curso, disse a empresa em resposta a questões, enviada por e-mail. O escritório da Modec em Tóquio não respondeu aos pedidos por comentário por e-mail e telefone. O diretor de relações com investidores da BW, Kristian Flaten, não respondeu a um e-mail em busca de comentário. A SBM preferiu não comentar sua proposta em uma resposta por e-mail.
“Modec e SBM, essas são as que vêm tomando esses contratos nos últimos cinco anos”, disse Kristian Diesen, analista da Pareto Securities AS, por telefone, de Oslo. “Isto é muito importante, este é de longe o maior mercado único de FPSO”.
A Petrobras, que está sendo negociada próximo à maior baixa desde 2005 no mercado de ações depois que subsídios aos combustíveis e uma produção de petróleo bruto mais baixa que a esperada decepcionaram os investidores, está mudando seu foco de perfuração de exploração para desenvolvimento das descobertas existentes.
A empresa adicionou seis novas plataformas de produção desde novembro. Ao mesmo tempo, o número de sondas de perfuração no Brasil caiu, em dezembro, ao nível mais baixo desde 2010, segundo dados compilados pela Baker Hughes, uma fornecedora de serviços de petróleo.
Empreendimentos conjuntos
As exigências estritas para equipamentos de origem local tornam mais fácil para empresas parceiras de estaleiros brasileiros competir por equipamentos offshore, disse Diesen.
“A parceria da SBM com a Synergy no estaleiro Brasa, em Niterói, mostra que temos a capacidade e o controle para atender o volume local de projetos” desde que o estaleiro foi inaugurado, em 2012, disse Paula Blengina, porta-voz da SBM, por e-mail.
A Modec está construindo FPSOs para a Petrobras no estaleiro Brasfels, no estado do Rio de Janeiro. O estaleiro TCE, na Baía de Guanabara, no Rio, listou a BW como uma de suas clientes em seu site. A BW também trabalhou com o estaleiro Quip, no Rio Grande do Sul.
Em 2013, a produção doméstica de petróleo bruto da Petrobras caiu para 1,93 milhão de barris por dia, a mais baixa desde 2008, segundo dados de seu site.

A SBM Offshore, a Modec, e a BW Offshore estão competindo para fornecer um navio de produção à Petrobras, porque a maior produtora mundial em águas profundas busca se recuperar da mais baixa produção doméstica desde 2008, disseram duas fontes com conhecimento direto do processo.

As três construtoras de equipamentos de produção flutuante estão elaborando propostas para construir um FPSO que a Petrobras, que tem sede no Rio de Janeiro, planeja empregar no campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, disseram as fontes, que pediram para não serem identificadas porque os termos do negócio são privados. A Petrobras planeja começar a produção no campo em 2017 como parte de seu plano de negócios para dobrar a produção até 2020.

A Petrobras não comenta processos de licitação em curso, disse a empresa em resposta a questões, enviada por e-mail. O escritório da Modec em Tóquio não respondeu aos pedidos por comentário por e-mail e telefone. O diretor de relações com investidores da BW, Kristian Flaten, não respondeu a um e-mail em busca de comentário. A SBM preferiu não comentar sua proposta em uma resposta por e-mail.

“Modec e SBM, essas são as que vêm tomando esses contratos nos últimos cinco anos”, disse Kristian Diesen, analista da Pareto Securities AS, por telefone, de Oslo. “Isto é muito importante, este é de longe o maior mercado único de FPSO”.

A Petrobras, que está sendo negociada próximo à maior baixa desde 2005 no mercado de ações depois que subsídios aos combustíveis e uma produção de petróleo bruto mais baixa que a esperada decepcionaram os investidores, está mudando seu foco de perfuração de exploração para desenvolvimento das descobertas existentes.

A empresa adicionou seis novas plataformas de produção desde novembro. Ao mesmo tempo, o número de sondas de perfuração no Brasil caiu, em dezembro, ao nível mais baixo desde 2010, segundo dados compilados pela Baker Hughes, uma fornecedora de serviços de petróleo.

Empreendimentos conjuntos

As exigências estritas para equipamentos de origem local tornam mais fácil para empresas parceiras de estaleiros brasileiros competir por equipamentos offshore, disse Diesen.

“A parceria da SBM com a Synergy no estaleiro Brasa, em Niterói, mostra que temos a capacidade e o controle para atender o volume local de projetos” desde que o estaleiro foi inaugurado, em 2012, disse Paula Blengina, porta-voz da SBM, por e-mail.

A Modec está construindo FPSOs para a Petrobras no estaleiro Brasfels, no estado do Rio de Janeiro. O estaleiro TCE, na Baía de Guanabara, no Rio, listou a BW como uma de suas clientes em seu site. A BW também trabalhou com o estaleiro Quip, no Rio Grande do Sul.

Em 2013, a produção doméstica de petróleo bruto da Petrobras caiu para 1,93 milhão de barris por dia, a mais baixa desde 2008, segundo dados de seu site.

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