Energia

Mercado livre de energia apresenta cenário favorável

Expectativa é que haja redução de riscos.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
23/01/2014 15:22
Visualizações: 949

 

A partir de fevereiro, os consumidores livres e especiais poderão comercializar seus excedentes contratuais de energia com preços amplamente negociados. A necessidade de redução dos riscos de contratação energética no longo prazo se configura como o principal motivo para esta medida. "A regra diz que a cessão não altera os direitos e deveres estabelecidos nos contratos originais, e que poderá haver cessões sucessivas do mesmo contrato", afirma Walfrido Ávila, presidente da Trade Energy.
Outra expectativa do mercado para 2014 está ligada à efetivação da figura do comercializador varejista, prevista para o segundo trimestre. Com isso, os consumidores livres poderão operar sob o perfil de um comercializador, que assume os riscos de garantia financeira junto à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), das variações do consumo e das contratações adicionais. "Tudo será estabelecido e precificado em contrato entre as partes", declara o executivo.
A questão da medição de energia é uma dificuldade para esta figura que pretende atender às necessidades de consumidores de pequeno porte. Para estes, os requisitos de medição são rigorosos. "A Aneel já anuncia que pretende abrir audiência pública para simplificar estas exigências, principalmente, no que se refere à classe de exatidão de medidores e transformadores de corrente e tensão, além da medição de retaguarda", ressalta Ávila.
Ainda de acordo com o executivo, o valor médio de investimento em adequação da medição aos padrões atuais está hoje em volta de R$ 20 mil. "Ele não traz muitos benefícios para as partes, quando se trata de cargas pouco significativas para o sistema como um todo".
Energias Incentivadas
A expansão de fontes incentivadas de energia, como biomassa e eólica, tiveram um desempenho favorável em 2013. Segundo dados da CCEE, as térmicas a biomassa representam cerca de 5% da produção nacional e contam com 474 usinas em operação.
"Os produtores de bioeletricidade seguem propugnando por leilões específicos que considerem no preço os benefícios diretos e indiretos desta fonte para a matriz elétrica", finaliza Walfrido.

A partir de fevereiro, os consumidores livres e especiais poderão comercializar seus excedentes contratuais de energia com preços amplamente negociados. A necessidade de redução dos riscos de contratação energética no longo prazo se configura como o principal motivo para esta medida. "A regra diz que a cessão não altera os direitos e deveres estabelecidos nos contratos originais, e que poderá haver cessões sucessivas do mesmo contrato", afirma Walfrido Ávila, presidente da Trade Energy.

Outra expectativa do mercado para 2014 está ligada à efetivação da figura do comercializador varejista, prevista para o segundo trimestre. Com isso, os consumidores livres poderão operar sob o perfil de um comercializador, que assume os riscos de garantia financeira junto à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), das variações do consumo e das contratações adicionais. "Tudo será estabelecido e precificado em contrato entre as partes", declara o executivo.

A questão da medição de energia é uma dificuldade para esta figura que pretende atender às necessidades de consumidores de pequeno porte. Para estes, os requisitos de medição são rigorosos. "A Aneel já anuncia que pretende abrir audiência pública para simplificar estas exigências, principalmente, no que se refere à classe de exatidão de medidores e transformadores de corrente e tensão, além da medição de retaguarda", ressalta Ávila.

Ainda de acordo com o executivo, o valor médio de investimento em adequação da medição aos padrões atuais está hoje em volta de R$ 20 mil. "Ele não traz muitos benefícios para as partes, quando se trata de cargas pouco significativas para o sistema como um todo".


Energias Incentivadas

A expansão de fontes incentivadas de energia, como biomassa e eólica, tiveram um desempenho favorável em 2013. Segundo dados da CCEE, as térmicas a biomassa representam cerca de 5% da produção nacional e contam com 474 usinas em operação.

"Os produtores de bioeletricidade seguem propugnando por leilões específicos que considerem no preço os benefícios diretos e indiretos desta fonte para a matriz elétrica", finaliza Walfrido.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Fenasucro
Pela primeira vez, Brasil recebe congresso latino-americ...
23/06/26
Energy Summit
Com quatro prêmios, ENGIE é destaque no Energy Summit Awards
23/06/26
Combustíveis
Distribuidoras de combustíveis cobram avanço imediato do...
23/06/26
Energy Summit
Energy Summit 2026: Tecnologias da Embrapii fortalecem a...
22/06/26
Energy Summit
Biodiesel e combustíveis renováveis entram no centro da ...
22/06/26
Gás Natural
ANP prorroga consulta pública sobre cálculo do Método do...
22/06/26
Rio de Janeiro
Anuário do Petróleo no Rio, da Firjan, destaca que recor...
22/06/26
Biometano
Com mercado cinco vezes maior desde 2020, setor de biome...
22/06/26
Petrobras
Com investimento estimado de US$ 1,2 bilhão, Petrobras a...
22/06/26
Combustíveis
Etanol fecha a semana em recuperação e mostra sinais de ...
22/06/26
Inteligência Artificial
Impacto industrial: Executivo brasileiro integra novo co...
20/06/26
Indústria Naval
Ecovix assina contrato para a construção de quatro navio...
19/06/26
Exportações
Para ONIP tributação sobre exportações de petróleo compr...
18/06/26
Aviação
Fórum IBP SAF reúne setor privado e agentes públicos par...
18/06/26
Pré-Sal
Consórcio de Libra liderado pela Petrobras contrata Cepe...
18/06/26
Eólica Offshore
Com representante no Comitê Diretor da CEM, o WFO reforç...
18/06/26
Combustíveis
ANP realiza segunda parte de audiência pública sobre car...
18/06/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 187 mil barris por ...
18/06/26
ANP
ANP faz pesquisa para aprimorar sua Carta de Serviços
17/06/26
Resultado
Atlas Portuário do ES: portos capixabas movimentam 137,5...
17/06/26
Hidrogênio Verde
SENAI CIMATEC, HYTRON e PETROGAL BRASIL (JV Galp/Sinopec...
17/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.