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Risco

Marinha autoriza retomada de operações em plataforma da Chevron

02/12/2013 | 09h38

 

A Marinha autorizou na tarde de ontem (1º) a retomada das operações na Plataforma Frade, da empresa petrolífera Chevron Brasil, na Bacia de Campos, a 230 quilômetros da cidade de Macaé, no norte fluminense. A atividade estava suspensa desde as 19h do dia 30, quando foi encontrado na plataforma material com suspeita de ser explosivo.
Um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação foi aberto para investigar em 90 dias em que circunstâncias o material suspeito apareceu na plataforma. A caixa foi encontrada pela tripulação da plataforma, que acionou a Marinha. Para investigar o ocorrido, a força instalou um gabinete de crise, integrado por militares e policiais federais e civis.
Ficou comprovado por meio de raio X que o material da caixa "era inerte e não possuía dispositivo de detonação", de acordo com nota divulgada pela Marinha.
Depois de ser acionada, a Marinha enviou imediatamente para o local três embarcações, dois helicópteros, mergulhadores de combate e fuzileiros navais. Somente da Força, participaram da operação de emergência cerca de 300 militares.
A Chevron, companhia responsável pela plataforma não foi localizada pela reportagem para comentar o ocorrido.
Recentemente, a companhia foi condenada a pagar R$ 95,16 milhões por danos ambientais por vazamento de petróleo na mesma bacia, em novembro de 2011 e março de 2012.

A Marinha autorizou na tarde de ontem (1º) a retomada das operações na Plataforma Frade, da empresa petrolífera Chevron Brasil, na Bacia de Campos, a 230 quilômetros da cidade de Macaé, no norte fluminense. A atividade estava suspensa desde as 19h do dia 30, quando foi encontrado na plataforma material com suspeita de ser explosivo.

Um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação foi aberto para investigar em 90 dias em que circunstâncias o material suspeito apareceu na plataforma. A caixa foi encontrada pela tripulação da plataforma, que acionou a Marinha. Para investigar o ocorrido, a força instalou um gabinete de crise, integrado por militares e policiais federais e civis.

Ficou comprovado por meio de raio X que o material da caixa "era inerte e não possuía dispositivo de detonação", de acordo com nota divulgada pela Marinha.

Depois de ser acionada, a Marinha enviou imediatamente para o local três embarcações, dois helicópteros, mergulhadores de combate e fuzileiros navais. Somente da Força, participaram da operação de emergência cerca de 300 militares.

A Chevron, companhia responsável pela plataforma não foi localizada pela reportagem para comentar o ocorrido.

Recentemente, a companhia foi condenada a pagar R$ 95,16 milhões por danos ambientais por vazamento de petróleo na mesma bacia, em novembro de 2011 e março de 2012.

 



Fonte: Agência Brasil
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