Economia

Lucro da Siemens sobe 11,4% no 2º trimestre fiscal

Valor foi de 1,12 bilhão de euros.

Valor Econômico
08/05/2014 14:36
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O conglomerado alemão Siemens apresentou lucro líquido atribuível a controladores de 1,12 bilhão de euros no segundo trimestre fiscal, findo em março. Frente ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 11,4%, impulsionada por melhores resultados nas divisões de infraestrutura, equipamentos de saúde e para a indústria.
A receita líquida da companhia, por outro lado, recuou 1,9% perante um ano antes e terminou em 17,45 bilhões de euros. Em bases comparáveis — ou seja, excluindo câmbio, vendas de ativos e aquisições das contas —, seria observada alta de 1%, disse a empresa.
As encomendas pelos produtos e serviços da alemã caíram 13,2% nos três meses até março e fecharam em 18,43 bilhões de euros.
Os custos recuaram em ritmo superior à queda do faturamento. O corte foi de 2,3%, para 12,47 bilhões de euros. Paralelamente, as despesas com vendas, gerais e administrativas ficaram menores em 3,9%, terminando o período em 2,61 bilhões de euros, e os gastos com pesquisa e desenvolvimento ficaram praticamente estáveis, em 1,06 bilhão de euros.
O grupo também se beneficiou no trimestre fiscal da elevação de 187% no resultado que embolsou de coligadas e afiliadas. A cifra, contabilizada pelo método de equivalência patrimonial, foi de 198 milhões de euros.
A diretoria foi crítica em seu comentário. “O segundo trimestre mostrou que ainda temos muito a fazer para melhorar nosso desempenho operacional”, disse Joe Kaeser, presidente da Siemens. “Mesmo assim, estamos no caminho para atingir as metas do ano.” 

O conglomerado alemão Siemens apresentou lucro líquido atribuível a controladores de 1,12 bilhão de euros no segundo trimestre fiscal, findo em março. Frente ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 11,4%, impulsionada por melhores resultados nas divisões de infraestrutura, equipamentos de saúde e para a indústria.

A receita líquida da companhia, por outro lado, recuou 1,9% perante um ano antes e terminou em 17,45 bilhões de euros. Em bases comparáveis — ou seja, excluindo câmbio, vendas de ativos e aquisições das contas —, seria observada alta de 1%, disse a empresa. As encomendas pelos produtos e serviços da alemã caíram 13,2% nos três meses até março e fecharam em 18,43 bilhões de euros.

Os custos recuaram em ritmo superior à queda do faturamento. O corte foi de 2,3%, para 12,47 bilhões de euros. Paralelamente, as despesas com vendas, gerais e administrativas ficaram menores em 3,9%, terminando o período em 2,61 bilhões de euros, e os gastos com pesquisa e desenvolvimento ficaram praticamente estáveis, em 1,06 bilhão de euros.

O grupo também se beneficiou no trimestre fiscal da elevação de 187% no resultado que embolsou de coligadas e afiliadas. A cifra, contabilizada pelo método de equivalência patrimonial, foi de 198 milhões de euros.

A diretoria foi crítica em seu comentário. “O segundo trimestre mostrou que ainda temos muito a fazer para melhorar nosso desempenho operacional”, disse Joe Kaeser, presidente da Siemens. “Mesmo assim, estamos no caminho para atingir as metas do ano.” 


 

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