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Hidrelétrica

Linhão do Madeira obtém licença prévia do Ibama

08/12/2010 | 10h43
O consórcio IE Madeira, responsável pela construção de uma das linhas de transmissão que vão ligar as hidrelétricas do rio Madeira (RO) ao Sudeste, já contratou a maior parte dos materiais e equipamentos necessários para tocar a obra. A preocupação do consórcio é estar com tudo pronto para entrar em ação quando o projeto obtiver a licença de instalação.
 

Depois de quatro meses de atraso, foi liberada pelo Ibama a licença prévia para a construção das linhas de transmissão. A licença emitida na semana passada, e publicada ontem no "Diário Oficial da União", trata da construção de uma rede de 2.369 km de extensão, além da construção de duas estações - retificadora e emissora - em Porto Velho e Araraquara. O "linhão" do Madeira ligará as usinas Jirau e Santo Antônio ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
 

A demora na liberação das licenças atrapalhou o cronograma previsto nos contratos de concessão assinados com o consórcio IE Energia, liderado pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) e responsável pela construção de uma das linhas do projeto, em parceria com Furnas e Chesf. Outra linha, também com extensão de 2.369 km, será tocada pelo Norte Transmissora de Energia, consórcio formado por Abengoa Brasil, Eletrobras Eletronorte e Eletrobras Eletrosul.
 
 
Em nota, o consórcio IE Energia informou que, com a obtenção da licença ambiental prévia, "já é possível pedir autorização para instalação de canteiro de obras para recebimento dos materiais."
 

O investimento previsto pelo consórcio é de cerca de R$ 3 bilhões. No mês passado, durante divulgação de resultados financeiros, o presidente da CTEEP, César Ramirez, demonstrou preocupação com a demora na emissão das licenças. O linhão, leiloado em novembro de 2008, tinha previsão de receber a licença até, no máximo, agosto deste ano. Se o prazo fosse cumprido, a rede entraria em operação em fevereiro de 2012. Agora a previsão é junho do mesmo ano.
 

O interesse dos consórcios em cumprir o prazo está ligado à rentabilidade das obras, cujo prazo de concessão é de 30 anos. Quanto mais cedo entram em operação, mais a receita é antecipada. Essa é também a preocupação dos consórcios que trabalham na construção nas hidrelétricas. Em Jirau, o plano é iniciar a oferta de energia em março de 2012, um ano antes do prazo inicial. A antecipação também é meta da usina Santo Antônio, que pretende ligar a primeira turbina em dezembro de 2011.


Fonte: Valor Econômico
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