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PPSA

José Eduardo Vinhaes Gerk, é o novo diretor-presidente da Pré-Sal Petróleo

28/03/2019 | 17h56
José Eduardo Vinhaes Gerk, é o novo diretor-presidente da Pré-Sal Petróleo
Cortesia PPSA Cortesia PPSA

O Conselho de Administração da Pré-Sal Petróleo nomeou nesta quinta-feira, dia 28, o engenheiro mecânico José Eduardo Vinhaes Gerk como novo diretor-presidente da companhia. O executivo assume a empresa a partir do dia 1º de abril para um mandato de dois anos, em substituição ao engenheiro Ibsen Flores Lima. Gerk também passa a fazer parte do Conselho de Administração da empresa, composto por cinco membros.

Formado pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), com mestrado e doutorado em engenharia mecânica pela COPPE/UFRJ e especialização em Engenharia de Petróleo pela Universidade Petrobras, Gerk possui 30 anos de experiência na indústria de petróleo e gás. O engenheiro iniciou sua carreira na Petrobras, posteriormente atuou como consultor e gestor de empresas e é professor titular do curso de engenharia da Universidade Veiga de Almeida.

À frente da Pré-Sal Petróleo, o executivo terá, entre outros desafios, o de contribuir para dar sequência ao sucesso dos leilões de áreas de exploração e produção em regime de partilha de produção, em especial do leilão dos excedentes da cessão onerosa. A companhia é responsável pela gestão dos contratos de partilha de produção e pela comercialização de petróleo e gás natural da União, além de atuar nos acordos de individualização da produção.

Ibsen Flores Lima esteve como diretor-presidente da Pré-Sal Petróleo de novembro de 2016 a março de 2019. Em sua gestão, a empresa teve um crescimento significativo em todas as áreas de atuação. Nesse período, a PPSA assumiu a gestão de 14 contratos de partilha de produção, assinou três acordos de individualização da produção (Brava, Atapu e Mero). A companhia obteve as primeiras receitas advindas do início da comercialização e do primeiro acordo de equalização de gastos e volumes, trazendo a arrecadação de R$ 1,13 bilhão em 2018 para a União.

A gestão de Lima foi pautada pelo diálogo e colaboração, criando um ambiente bastante produtivo com a indústria de petróleo e gás, em especial com as empresas investidoras no pré-sal.



Fonte: Redação/Assessoria
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