Governo Federal

Investimentos voltarão como resultado da política econômica

Reuters - 07/10/2016
07/10/2016 12:06
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O presidente Michel Temer afirmou nesta sexta-feira, em entrevista à rádio Gaúcha (RS) que saúde e educação continuam "prestigiadas" na Proposta de Emenda à Constituição que limita os gastos da União, sem redução de investimentos, e que o governo não planeja desonerações ou aumento de impostos para os próximos anos.

Ao responder sobre as críticas da oposição, que chama a proposta de "PEC do Arrocho", Temer aconselhou os oposicionistas que "leiam o texto".

"Saúde e educação continuaram a ser prestigiadas. O Orçamento de 2017 foi feito como se o teto estivesse aprovado e tanto saúde e educação tiveram um aumento nas suas verbas", afirmou o presidente. "É natural que a oposição faça desta maneira, mas essa não é apenas uma questão de governo, é de Estado."

"Precisamos recuperar o Estado agora para que em 2018 quem estiver no governo possa receber um país mais tranquilo", acrescentou. O novo presidente, no entanto, só assumirá em janeiro do ano seguinte.

Temer ainda foi questionado sobre qual seria a contribuição do "andar de cima", os mais ricos, para o ajuste fiscal, já que temas como gastos do governo e a reforma da Previdência impactam necessariamente os mais pobres. De acordo com o presidente, a contribuição será voltar a investir.

"Será exatamente no tocante aos investimentos. Nós não vamos fazer nenhuma desoneração, não vamos beneficiá-los de maneira a que possam produzir mais. Eles têm que produzir mais em face da política econômica e do reaquecimento do país", disse Temer, acrescentando que também não se pensa em aumento de impostos.

Temer ainda respondeu sobre a questão das dívidas estaduais, tema que interessa especialmente ao Rio Grande do Sul, um dos Estados com maior problema nas contas públicas, mas evitou fazer promessas. Afirmou que o governo federal também tem suas limitações, mas que analisa o que pode ser feito.

"A União vai fazer o possível para colaborar com os Estados. Vamos ver as medidas econômicas possíveis e o que for possível, faremos", disse.

O presidente voltou a dizer que não tem qualquer preocupação com a baixa popularidade do seu governo. Repetiu que passou quatro meses no "interinato" e que trocaria a popularidade por gerar empregos. "Qualquer pesquisa não é reveladora da totalidade do governo", afirmou.

Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta semana mostrou que apenas 14 por cento consideram o governo ótimo ou bom.

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