Pesquisa e Inovação

Instituto fortalecerá pesquisa oceanográfica

E funcionará como Organização Social (OS).

Revista TN Petróleo, Redação com Agência
27/05/2013 18:01
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No último dia 24, foi realizada a cerimônia que constituiu o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas e Hidroviárias (INPOH). O instituto terá por finalidade a promoção do desenvolvimento cientifico e tecnológico nas áreas de oceanografia física, química, biológica e geológica; interação oceano-atmosfera; pesca e aquicultura marinha; hidráulica fluvial e portuária, engenharia costeira e submarina; instrumentação submarina; e biodiversidade marinha e costeira, tendo o mesmo outros objetivos específicos.
A ideia é de que o instituto funcione em um modelo semelhante ao do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, uma OS que gerencia quatro laboratórios nacionais em Campinas - física de partículas, biociências, biotecnologia do etanol e nanotecnologia. Dessa forma, o Inpoh poderá firmar contratos com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para gestão de projetos e programas específicos. Ao mesmo tempo, poderá ainda evitar obstáculos burocráticos que possam atrasar o processo.
A estimativa é a de que o projeto receba um aporte financeiro de R$ 30 milhões. O Inpoh é fruto de uma parceria entre o MCTI, Ministério da Pesca e Aquicultura, Secretaria Especial de Portos e Marinha do Brasil.

No último dia 24, foi realizada a cerimônia que constituiu o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas e Hidroviárias (Inpoh). O instituto terá por finalidade a promoção do desenvolvimento cientifico e tecnológico nas áreas de oceanografia física, química, biológica e geológica; interação oceano-atmosfera; pesca e aquicultura marinha; hidráulica fluvial e portuária, engenharia costeira e submarina; instrumentação submarina; e biodiversidade marinha e costeira. O objetivo maior será o de colocar o Brasil em linha com os países desenvolvidos no campo das ciências oceanográficas, tanto para fins de pesquisa como de exploração sustentável desses recursos.


A ideia é de que o instituto funcione em um modelo semelhante ao do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, uma Organização Social (OS) que gerencia quatro laboratórios nacionais em Campinas - física de partículas, biociências, biotecnologia do etanol e nanotecnologia. Dessa forma, o Inpoh poderá firmar contratos com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para gestão de projetos e programas específicos. Ao mesmo tempo, poderá ainda evitar obstáculos burocráticos que possam atrasar o processo.


A estimativa é a de que o projeto receba um aporte financeiro de R$ 30 milhões. O Inpoh é fruto de uma parceria entre o MCTI, Ministério da Pesca e Aquicultura, Secretaria Especial de Portos e Marinha do Brasil.

 

A demanda para criar o Inpoh surgiu em 2010, durante a 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), quando a sociedade civil reivindicou um espaço para a pesquisa científica dos oceanos. Pesquisadores trabalham na elaboração da agenda científica e do projeto básico para o instituto. O MCTI estipulou a meta de aumentar para 70% o índice de alunos dos cursos de graduação em oceanografia com experiência em navios e barcos de estudos. Atualmente, apenas 15% deles contam com alguma experiência de embarque.

 

*A nota foi modificada para acréscimo de informações às 10h12 do dia 28/05.

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