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Navalshore 2012

Indústria naval brasileira terá 100 mil vagas de trabalho em 2016

02/08/2012 | 11h14
Indústria naval brasileira terá 100 mil vagas de trabalho em 2016
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Navalshore 2012: indústria naval brasileira terá 
100 mil vagas de trabalho em 2016
 
Índice revelado no primeiro dia do evento poderá ser quatro vezes maior se a projeção incluir as oportunidades geradas nos setores subsidiários de equipamentos e serviços
 
 
A consolidação e crescimento da indústria naval provocarão grande impacto na geração de vagas de trabalho no País. Segundo dados da Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore), divulgados ontem (1/8) durante o primeiro dia da Navalshore 2012 - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, o segmento terá, em 2016, 100 mil oportunidades de emprego, número de que pode até quadruplicar se a projeção incluir os postos gerados nos setores subsidiários de equipamentos e serviços. "Para cada trabalhador empregado por um estaleiro, há três ou quatro que são contratados por empresas que estão no elo da cadeia", explicou Sergio Luiz Camacho Leal, secretário-executivo do sindicato. 
Atualmente há 62 mil trabalhadores atuando diretamente em estaleiros nacionais. Outro índice que merece destaque, segundo Leal, e o número de postos gerados pela indústria naval náutica mais voltada ao lazer: 30 mil. A divulgação destes dados positivos para o segmento foi um dos destaques do primeiro dia da feira promovida pela UBM Brasil que reúne até sexta (3/8), no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, 350 expositores nacionais e internacionais de 17 delegações estrangeiras. O evento é um dos maiores encontros do setor naval e offshore da América Latina e deve reunir 15 mil pessoas ao longo dos três dias, em um ambiente de oportunidades de negócios e networking para profissionais vindos de mais de 40 países.
O impulso na geração de empregos é reflexo da retomada da indústria naval. Há no País 26 estaleiros em operação e 11 em implantação, além de 385 obras em andamento no segmento. Atualmente há 570 mil toneladas de aço sendo processadas nestas unidades em funcionamento, número que chegará a 1,2 milhão em 2016, quando os 37 complexos estarão em operação integral. Além disso, serão necessários 287 barcos especiais e de apoio para atender o plano de negócios da Petrobras. Tudo isso soma um montante de R$ 180 bilhões em investimentos no setor até 2020. 
Para Milena Barcelos Soares, assistente de Marketing dos estaleiros Mauá, Eisa e Eisa-Alagoas, este cenário positivo está refletindo diretamente na Navalshore. "Este primeiro dia de feira surpreendeu pela quantidade de executivos com poder de decisão com quem estivemos reunidos em encontros de negócios", destacou. 
Consolidação - Presente na cerimônia de abertura, Tiago Lima, diretor da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), acrescentou outro fator com influência decisiva: o crescimento exponencial da atividade portuária no Brasil. "No ano passado nossos portos movimentaram 900 milhões de toneladas, um crescimento de 8% em relação a 2010. É importante destacar que 95% do comércio exterior do País passam pelos portos", ressaltou. Ele afirmou que agência continua agindo para fortalecer a indústria naval e citou como exemplo o programa de utilização temporário de portos ociosos no Norte e Nordeste para empresas que queiram instalar estaleiros para construção de plataformas offshore. 
Agenor Junqueira Leite, diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, proferiu uma das palestras mais concorridas deste primeiro dia de Navalshore e reafirmou a importância da indústria naval para o desenvolvimento da exploração de petróleo e gás no País. "Estamos felizes de sermos, mais uma vez, patrocinadores da feira. Somos o maior armador da América Latina com 48 navios em operação. Temos 49 embarcações encomendadas e este evento é fundamental para reunir toda a cadeia produtiva do setor e fortalecer o conteúdo nacional, vital para o desenvolvimento da indústria brasileira", frisou. 
Para Gustavo Henrique Araruna Campos, analista de Comércio Exterior da Coordenação-geral das Indústrias de Transporte Aéreo, Aeroespacial e Naval do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Governo Federal está empenhado em consolidar o segmento. "O nosso grande desafio e meta agora são migrar o perfil de indústria montadora para encadeadora, ampliando e fortalecimento todas as empresas envolvidas no setor", explicou. 

Índice revelado no primeiro dia do evento poderá ser quatro vezes maior se a projeção incluir as oportunidades geradas nos setores subsidiários de equipamentos e serviços  A consolidação e crescimento da indústria naval provocarão grande impacto na geração de vagas de trabalho no País. Segundo dados da Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore), divulgados ontem (1) durante o primeiro dia da Navalshore 2012, o segmento terá, em 2016, 100 mil oportunidades de emprego, número de que pode até quadruplicar se a projeção incluir os postos gerados nos setores subsidiários de equipamentos e serviços. "Para cada trabalhador empregado por um estaleiro, há três ou quatro que são contratados por empresas que estão no elo da cadeia", explicou Sergio Luiz Camacho Leal, secretário-executivo do sindicato. 



Atualmente há 62 mil trabalhadores atuando diretamente em estaleiros nacionais. Outro índice que merece destaque, segundo Leal, e o número de postos gerados pela indústria naval náutica mais voltada ao lazer: 30 mil. A divulgação destes dados positivos para o segmento foi um dos destaques do primeiro dia da feira promovida pela UBM Brasil que reúne até sexta (3/8), no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, 350 expositores nacionais e internacionais de 17 delegações estrangeiras. O evento é um dos maiores encontros do setor naval e offshore da América Latina e deve reunir 15 mil pessoas ao longo dos três dias, em um ambiente de oportunidades de negócios e networking para profissionais vindos de mais de 40 países.



O impulso na geração de empregos é reflexo da retomada da indústria naval. Há no País 26 estaleiros em operação e 11 em implantação, além de 385 obras em andamento no segmento. Atualmente há 570 mil toneladas de aço sendo processadas nestas unidades em funcionamento, número que chegará a 1,2 milhão em 2016, quando os 37 complexos estarão em operação integral. Além disso, serão necessários 287 barcos especiais e de apoio para atender o plano de negócios da Petrobras. Tudo isso soma um montante de R$ 180 bilhões em investimentos no setor até 2020. 



Para Milena Barcelos Soares, assistente de Marketing dos estaleiros Mauá, Eisa e Eisa-Alagoas, este cenário positivo está refletindo diretamente na Navalshore. "Este primeiro dia de feira surpreendeu pela quantidade de executivos com poder de decisão com quem estivemos reunidos em encontros de negócios", destacou. 



Consolidação - Presente na cerimônia de abertura, Tiago Lima, diretor da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), acrescentou outro fator com influência decisiva: o crescimento exponencial da atividade portuária no Brasil. "No ano passado nossos portos movimentaram 900 milhões de toneladas, um crescimento de 8% em relação a 2010. É importante destacar que 95% do comércio exterior do País passam pelos portos", ressaltou. Ele afirmou que agência continua agindo para fortalecer a indústria naval e citou como exemplo o programa de utilização temporário de portos ociosos no Norte e Nordeste para empresas que queiram instalar estaleiros para construção de plataformas offshore. 



Agenor Junqueira Leite, diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, proferiu uma das palestras mais concorridas deste primeiro dia de Navalshore e reafirmou a importância da indústria naval para o desenvolvimento da exploração de petróleo e gás no País. "Estamos felizes de sermos, mais uma vez, patrocinadores da feira. Somos o maior armador da América Latina com 48 navios em operação. Temos 49 embarcações encomendadas e este evento é fundamental para reunir toda a cadeia produtiva do setor e fortalecer o conteúdo nacional, vital para o desenvolvimento da indústria brasileira", frisou. 



Para Gustavo Henrique Araruna Campos, analista de Comércio Exterior da Coordenação-geral das Indústrias de Transporte Aéreo, Aeroespacial e Naval do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Governo Federal está empenhado em consolidar o segmento. "O nosso grande desafio e meta agora são migrar o perfil de indústria montadora para encadeadora, ampliando e fortalecimento todas as empresas envolvidas no setor", explicou. 



Fonte: Redação TN
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