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HRT inicia a perfuração do primeiro poço de exploração na Namíbia

Mais dois poços serão perfurados.

Redação
26/03/2013 10:05
HRT inicia a perfuração do primeiro poço de exploração na Namíbia Imagem: sonda semi-submersível Transocean Marianas Visualizações: 1187

 

A HRT iniciou na segunda-feira (25) sua primeira operação de perfuração na Namíbia com o poço Wingat, localizado na Licença Exploratória de Petróleo (PEL) 23, na Bacia de Walvis. O poço está sendo perfurado pela sonda semi-submersível Transocean Marianas e a expectativa é que a perfuração dure aproximadamente 60 dias, em lâmina d’água de 1.000 m. O objetivo principal  do poço é testar recursos potenciais  da plataforma carbonática de idade Albiana, a 3.950m de profundidade. A campanha no país africano ainda contará com a perfuração de mais dois poços: Murombe, também na PEL 23 e Moosehead, na PEL 24, Bacia do Orange.
Estudos recentes realizados pela consultoria De Golyer & MacNaughton nas PELs 22, 23, 24 e 28 elevaram para aproximadamente 7,4 bilhões de BOE o volume de recursos potenciais prospectivos médios riscados líquidos, sendo 5,1 bilhões de barris de óleo condensado e 2,3 bilhões de BOE de gás.
“Estamos confiantes com o início da campanha exploratória na Namíbia. Este momento é um marco na história da HRT, não só pela nossa entrada no continente africano, mas, também, devido ao potencial de todo o projeto, onde Wingat é o primeiro poço. Isso só está se tornando realidade graças a toda a expertise, esforço e dedicação de nossa equipe de primeira linha”, destaca Marcio Rocha Mello, CEO da HRT.
A HRT opera dez blocos exploratórios na costa da Namíbia, reunidos em quatro PELs. Em 2012, a companhia realizou uma operação de farm-down com a Galp Energia para a transferência de 14% de participação nas PELs 23, 24 e 28 e perfuração dos primeiros três poços desta campanha exploratória. Juntas, as três licenças ocupam uma área de 37.744 km2 em lâmina d‘água que varia entre 180 metros e 2.500 metros.

A HRT iniciou na segunda-feira (25) sua primeira operação de perfuração na Namíbia com o poço Wingat, localizado na Licença Exploratória de Petróleo (PEL) 23, na Bacia de Walvis. O poço está sendo perfurado pela sonda semi-submersível Transocean Marianas e a expectativa é que a perfuração dure aproximadamente 60 dias, em lâmina d’água de 1.000 m. O objetivo principal  do poço é testar recursos potenciais da plataforma carbonática de idade Albiana, a 3.950m de profundidade. A campanha no país africano ainda contará com a perfuração de mais dois poços: Murombe, também na PEL 23 e Moosehead, na PEL 24, Bacia do Orange.


Estudos recentes realizados pela consultoria De Golyer & MacNaughton nas PELs 22, 23, 24 e 28 elevaram para aproximadamente 7,4 bilhões de BOE o volume de recursos potenciais prospectivos médios riscados líquidos, sendo 5,1 bilhões de barris de óleo condensado e 2,3 bilhões de BOE de gás.


“Estamos confiantes com o início da campanha exploratória na Namíbia. Este momento é um marco na história da HRT, não só pela nossa entrada no continente africano, mas, também, devido ao potencial de todo o projeto, onde Wingat é o primeiro poço. Isso só está se tornando realidade graças a toda a expertise, esforço e dedicação de nossa equipe de primeira linha”, destaca Marcio Rocha Mello, CEO da HRT.


A HRT opera dez blocos exploratórios na costa da Namíbia, reunidos em quatro PELs. Em 2012, a companhia realizou uma operação de farm-down com a Galp Energia para a transferência de 14% de participação nas PELs 23, 24 e 28 e perfuração dos primeiros três poços desta campanha exploratória. Juntas, as três licenças ocupam uma área de 37.744 km2 em lâmina d‘água que varia entre 180 metros e 2.500 metros.

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