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Biocombustíveis

Honda vai lançar seu modelo no próximo ano

24/08/2005 | 00h00

 Os fabricantes japoneses começam a aderir à tecnologia que permite o uso do álcool ou gasolina no mesmo tanque. No próximo ano, a Honda começará a produzir no Brasil os primeiros veículos com motor bicombustível.
O projeto precisará da participação dos técnicos da matriz da montadora, no Japão, já que as peças dos motores colocadosnos carros da marca fabricados no Brasil ainda são importadas.
Portanto, nesse caso, os primeiros passos para o uso da tecnologia desenvolvida no Brasil estão partindo do Japão. Segundo o diretor executivo da Honda, Kazuo Nozawa, não está ainda definido qual dos dois modelos de carros produzidos no país será o primeiro a sair com o chamado motor flexível.
O volume de produção dos modelos Honda no Brasil ainda não justificam o investimento numa linha de produção de motores, produto com tecnologia e valor agregado altos. Por isso, na fábrica de carros, instalada em Sumaré (SP), é feita apenas a montagem de motores, com peças trazidas do Japão.
Tudo indica que os dois modelos fabricados em Sumaré - Civic e Fit - terão motor bicombustível. "Não tem outro jeito; temos de aderir a essa tecnologia", destaca Nozawa. A Honda prepara a estréia no mercado do bicombustível no momento em que a tecnologia já é responsável por 58,9% dos carros vendidos no Brasil. Falta ainda a Toyota, que deve anunciar a adesão à tecnologia em breve.
A entrada no mercado do bicombustível pode dar à Honda impulso para elevar sua participação no mercado. A marca japonesa tem apenas 3,8% do mercado brasileiro de carros de passeio e utilitários leves. Embora pequena, a fatia lhe garante o quinto lugar no mercado e primeira posição após as montadoras veteranas. A posição foi conquistada depois do lançamento do Fit, há dois anos.
O presidente da Honda na América do Sul, Tetsuo Iwamura, diz que a empresa deve expandir os negócios mundiais em 13% neste ano, com a venda de 12,5 milhões de motocicletas, 3,4 milhões de automóveis e 6 milhões de equipamentos de força (como geradores e motores de polpa).
No Brasil, a produção de motocicletas continua sendo responsável pela maior parte da receita da companhia. Da revisão de faturamento de R$ 8,3 bilhões para este ano, R$ 5,1 bilhões serão obtidos com a produção de motocicletas. A receita total será 10% maior que a do ano passado.
Com a venda prevista de 850 mil unidades no mercado interno e mais 130 mil no externo neste ano, a fábrica de motocicletas, em Manaus, recebeu investimento de R$ 220 milhões para atingir capacidade de um milhão de veículos por ano "Com horas extras poderemos chegar a 1,112 milhão de motos por ano", completa Iwamura.
"O mercado de motos de baixa cilindrada vai continuar crescendo", afirma o presidente da Honda, que lançou ontem a nova versão do modelo Bizz 125.



Fonte: Valor Econômico
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