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Participação

Grupo Fortuny vai disputar leilão de eólicas

29/09/2009 | 03h33
A Fortuny Energia Brasil, subsidiária do grupo espanhol Fortuny, recebeu ontem a licença de instalação da Fundação Ambiental de Proteção Ambiental do Rio Grande do Sul (Fepam) para um parque eólico com 149,6 megawatts (MW) em Santana do Livramento, na fronteira do Brasil com Uruguai. O projeto é um dos sete inscritos pela empresa no Ministério das Minas e Energia para o leilão de energia eólica programado pelo governo federal para o dia 25 de novembro, que totalizam 527,6 MW.
 
Conforme o presidente da Fortuny Brasil, Antônio Badra, considerando investimento de R$ 5 milhões por MW instalado, os sete empreendimentos passam de R$ 2,6 bilhões. Dois deles, nos municípios de Jaguarão, também na fronteira com o Uruguai, com 50 MW, e de Piratini, no sul do Estado, com 98 MW, obtiveram licença prévia da Fepam (etapa anterior à licença de instalação, mas suficiente para participar do leilão).
 
Os demais parques estão com o processo de licenciamento ambiental em tramitação e ficam em Quarai (50 MW) e Santana do Livramento (30 MW), na fronteira, em Rio Grande (70 MW) e Santa Vitória do Palmar (80 MW), no litoral sul do Estado. O mais adiantado é o segundo parque em Livramento, explicou o executivo.
Badra acredita que o preço de abertura do pregão, a ser determinado pelo governo federal, ficará em torno de R$ 220 por megawatt hora (MWh), valor “apertado” mas que pode garantir a viabilidade dos projetos. Vence quem pedir o menor preço. Em 2008 a empresa pensou em participar do leilão de energia nova realizado em agosto, mas desistiu devido ao teto de R$ 150 por MWh estabelecido na ocasião.
 
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as usinas eólicas em operação no país somam 547,7 MW de potência instalada, o equivalente a 0,52% da matriz energética. Praticamente todas são enquadradas no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa) e recebem pouco mais de R$ 270 por MWh. “Isso seria uma maravilha”, comentou Badra.
 
Instituído em 2002 e gerenciado pela Eletrobrás, o Proinfa contratou 1.423 MW de energia eólica e as usinas deveriam ter sido construídas até o fim de 2006, mas o prazo foi estendido até 2010. Agora, 441 projetos com 13,3 mil MW foram inscritos para o leilão de novembro, o primeiro destinado exclusivamente à geração eólica, mas o governo não informou quanta energia pretende contratar.
 
 
 
Advogado, proprietário de um jornal e de uma emissora de rádio em Santana do Livramento, Badra interessou-se pela energia eólica em 2001 e foi contratado pelo Fortuny depois que a empresa adquiriu três projetos que haviam sido desenvolvidos pela Gamesa, também da Espanha, no fim de 2007.


Fonte: Valor Econômico
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