Bacia de Campos

Greve em plataformas da Petrobras trará prejuízo de 50 mil barris

Movimento é contra mudança no pagamento de horas extras.

Valor Econômico
25/07/2013 16:43
Visualizações: 1384

 

As três plataformas da Petrobras paralisadas nesta quinta-feira (25), por causa de greve de 24 horas dos funcionários da estatal na Bacia de Campos (responsável por mais de 80% da produção nacional de petróleo), produzem diariamente cerca de 50 mil barris de petróleo e 978,2 metros cúbicos de gás natural.
As três unidades de produção (P-7, P-15 e P-35) fazem parte de um total de 39 plataformas cujos funcionários aderiram à greve, das cerca de 46 plataformas da petroleira que estão atualmente em operação.
José Maria Rangel, coordenador do Sindipetro e diretor do departamento de Segurança Meio Ambiente e Saúde da Federação Única dos Petroleiros (FUP), afirmou que cerca de 5 mil funcionários aderiram à greve. Segundo ele, cada unidade de produção tem, em média, 200 funcionários.
De acordo com o Sindipetro, a P-7 e a P-15 suspenderam a operações por decisão das gerências. Já na P-35, a produção já estava parada. O sindicato explicou que a gerência da P-35 decidiu retomar a produção, mas os trabalhadores mantiveram a greve. No momento, a companhia trabalha para retomar a produção.
As plataformas PCE-1 e P-65 informaram que as equipes de contingência são suficientes para manter a produção.
Mas os trabalhadores informaram ao Sindipetro que, em algumas unidades, as equipes de contingência não estão conseguindo liberar todas as Permissões de Trabalho (PTs), documento necessário para que os funcionários consigam desempenhar suas funções. O impedimento, está refletindo no trabalho das equipes contratadas, que, embora não façam parte do movimento, tiveram que interromper as atividades.
O movimento tem como objetivo protestar contra uma mudança no pagamento de horas extras de 4,5 mil funcionários que trabalham embarcados. 
Procurada, a estatal ainda não respondeu se confirma a paralisação das plataformas e também a interrupção da produção em três delas. Além disso, não informou qual a produção das três plataformas em questão e não se manifestou sobre a reivindicação dos funcionários.
A petroleira manteve, por meio de nota, a mesma resposta encaminhada na quarta-feira, na qual diz de que vai atuar para que não haja qualquer prejuízo às atividades da empresa e ao abastecimento do mercado.
“A Petrobras informa que tem como prática nesse tipo de mobilização tomar todas as medidas necessárias para garantir a normalidade das operações da companhia, de modo a não haver qualquer prejuízo às atividades da empresa e ao abastecimento do mercado, sendo mantidas as condições de segurança dos trabalhadores e das instalações da companhia”, disse a empresa em nota.

As três plataformas da Petrobras paralisadas nesta quinta-feira (25), por causa de greve de 24 horas dos funcionários da estatal na Bacia de Campos (responsável por mais de 80% da produção nacional de petróleo), produzem diariamente cerca de 50 mil barris de petróleo e 978,2 metros cúbicos de gás natural.


As três unidades de produção (P-7, P-15 e P-35) fazem parte de um total de 39 plataformas cujos funcionários aderiram à greve, das cerca de 46 plataformas da petroleira que estão atualmente em operação.


José Maria Rangel, coordenador do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) e diretor do departamento de Segurança Meio Ambiente e Saúde da Federação Única dos Petroleiros (FUP), afirmou que cerca de 5 mil funcionários aderiram à greve. Segundo ele, cada unidade de produção tem, em média, 200 funcionários.


De acordo com o Sindipetro, a P-7 e a P-15 suspenderam a operações por decisão das gerências. Já na P-35, a produção já estava parada. O sindicato explicou que a gerência da P-35 decidiu retomar a produção, mas os trabalhadores mantiveram a greve. No momento, a companhia trabalha para retomar a produção.


As plataformas PCE-1 e P-65 informaram que as equipes de contingência são suficientes para manter a produção.


Mas os trabalhadores informaram ao Sindipetro que, em algumas unidades, as equipes de contingência não estão conseguindo liberar todas as Permissões de Trabalho (PTs), documento necessário para que os funcionários consigam desempenhar suas funções. O impedimento, está refletindo no trabalho das equipes contratadas, que, embora não façam parte do movimento, tiveram que interromper as atividades.


O movimento tem como objetivo protestar contra uma mudança no pagamento de horas extras de 4,5 mil funcionários que trabalham embarcados.


Procurada, a estatal ainda não respondeu se confirma a paralisação das plataformas e também a interrupção da produção em três delas. Além disso, não informou qual a produção das três plataformas em questão e não se manifestou sobre a reivindicação dos funcionários.


A petroleira manteve, por meio de nota, a mesma resposta encaminhada na quarta-feira, na qual diz de que vai atuar para que não haja qualquer prejuízo às atividades da empresa e ao abastecimento do mercado.


“A Petrobras informa que tem como prática nesse tipo de mobilização tomar todas as medidas necessárias para garantir a normalidade das operações da companhia, de modo a não haver qualquer prejuízo às atividades da empresa e ao abastecimento do mercado, sendo mantidas as condições de segurança dos trabalhadores e das instalações da companhia”, disse a empresa em nota.

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