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Carros e tomadas

Governo estuda regime para dar incentivo a veículos elétricos e híbridos

17/06/2010 | 09h34

O governo estuda a criação de um amplo regime automotivo para carros elétrico e híbrido (que funcionam com eletricidade, etanol e combustível fóssil). Pela proposta - apresentada pelo Ministério da Fazenda na noite desta quarta-feira ao grupo interministerial encarregado de elaborar o projeto final - serão derrubados impostos desta cadeia produtiva e concedido financiamento a custo baixo.

 

O objetivo é tirar o primeiro veículo de passeio híbrido brasileiro das fábricas instaladas no país entre 2011 e 2012. O modelo elétrico de tecnologia nacional ganharia as ruas em 2013.

 

O projeto prevê um firme compromisso de governo e montadoras com pesquisa, de forma a desenvolver uma tecnologia brasileira para carros elétrico e híbrido e a aperfeiçoar o know-how com o álcool combustível. Por meio de uma fundação, um centro ou uma associação de caráter público-privado, pretende-se promover o incentivo à pesquisa.

 

- Não existe montadora brasileira, então não existe tecnologia do país (para carro elétrico). A pesquisa hoje está dentro das empresas, sujeita a sigilo industrial. Sem compartilhamento, não vamos desenvolver um mercado interno de massa - explicou ao GLOBO um técnico que acompanha a discussão interministerial.

 

Desoneração deve incluir redução de IPI, PIS e Cofins


Do ponto de vista do regime automotivo, a fórmula de desoneração deverá envolver a isenção ou a redução das alíquotas de IPI, PIS e Cofins, que impõem a maior carga tributária ao setor automotivo. No caso dos financiamentos, existe um leque mais amplo. Por exemplo, aproveitar linhas com juros subsidiados da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do BNDES.

 

- O forte investimento em projetos de transporte urbano que utilizem ônibus híbridos ou elétricos também é essencial para deslanchar o programa e massificar a tecnologia - afirmou a fonte.

 

O programa prevê ainda um planejamento estratégico quanto ao uso do sistema elétrico, especialmente nas grandes regiões metropolitanas, que deverão ser os primeiros mercados do carro elétrico. Isso porque, literalmente, esses veículos serão ligados na tomada, requerendo investimentos em redes de alta voltagem e segurança. Além disso, é preciso estabelecer a logística de carregamento dos veículos fora de casa.

 

Por pressão do ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os carros flex (gasolina e álcool) deverão ser incluídos no pacote de desoneração em elaboração pela equipe do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Recentemente, Mantega e Miguel Jorge protagonizaram uma briga arbitrada por Lula. O Desenvolvimento criticou o fato de o programa que seria lançado pela Fazenda não incluir os modelos flex, o que prejudicaria o programa de etanol. Lula mandou que fosse reavaliado - embora a Fazenda tenha negado a intenção ao presidente.

 



Fonte: O Globo
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