Campo de Frade

Governo do Rio vê com preocupação a decisão da Chevron de retomar atividades

O governo do Rio considera a retomada das atividades pela Chevron no Campo de Frade uma decisão “inapropriada”, “preocupante” e “precipitada”. O secretário de Ambiente do estado, Carlos Minc, afirma que até o momento a empresa não conse

Agência Brasil
13/04/2012 07:52
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O governo do Rio considera a retomada das atividades pela Chevron no Campo de Frade uma decisão “inapropriada”, “preocupante” e “precipitada”, como disse à 'Agência Brasil' o secretário de Ambiente do estado, Carlos Minc. Nesse campo, vazaram 2,5 mil barris de petróleo no final do ano passado.

Minc afirmou que até o momento a empresa não conseguiu justificar de forma clara os motivos do vazamento e tampouco demonstrar capacidade de combater derramamentos de óleo no futuro.

“Em todo o processo houve ausência de transparência e imprudência na exploração dos acordos com condicionantes ambientais. É realmente assustador que, sem terem sequer feito a autocrítica dos seus erros, estejam prontos para 'petrolhar' outra vez a nossa costa”, declarou o secretário.

Segundo ele, o governo do Rio mantém contato permanente com os órgãos envolvidos na questão - como a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Marinha e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) - e tem apresentado propostas de melhorias na fiscalização da atividade petrolífera no país.

“Nos importam soluções estruturais, e não ficar correndo atrás de cada gota. É preciso monitoramento por satélite nas áreas exploratórias, auditorias ambientais de padrão internacional e melhorias que tornem mais segura a atividade”, disse.

Minc afirmou, ainda, que a Chevron quer aproveitar a a recusa do pedido de liminar do Ministério Público Federal como uma prova de absolvição. O MPF deverá recorrer de tal decisão até a próxima segunda-feira (16).

“Várias são as razões que fazem uma liminar não ser acatada, o que não quer dizer necessariamente que ela não procede. O que eu acho é que a empresa está tentando transformar a decisão de não acatamento de uma liminar como se essa decisão fosse uma absolvição de todas as lambanças que foram feitas por ela. E isso é inaceitável”.
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